Todos os cursos disponíveis na Trident Academy, com o que vai aprender em cada um e as normas e referências internacionais em que foi desenhado.
- 104 cursos
- 10 áreas
- 473 horas de formação
Todos os cursos incluem vídeos narrados, atividades interativas, avaliação final e certificado verificável online.
Cibersegurança & Proteção de Dados
Nível 1 Sensibilização para a CibersegurançaCIB-101 · Fundamentos · 1,5 h Palavras-passe, dispositivos, redes Wi-Fi e comportamentos digitais seguros. ISO/IEC 27002NIST SP 800-63B Ver detalhes
Um único clique pode parar uma empresa inteira. Neste curso anual obrigatório, vai perceber porque todos os colaboradores são alvo de ciberataques, criar palavras-passe fortes, ativar a autenticação multifator, proteger o computador, o telemóvel e as ligações à Internet e saber exatamente o que fazer quando algo parece errado. Baseado em referências internacionais (ISO/IEC 27001 e 27002, NIST Cybersecurity Framework e orientações NIST SP 800-63B para palavras-passe), com exemplos do dia a dia em escritórios, armazéns, lojas e obras, cenários interativos e um guia rápido para descarregar, vai sair preparado para ser a primeira linha de defesa da sua organização.
O que vai aprender
- Explicar porque todos os colaboradores, independentemente da função, são alvo de ciberataques.
- Criar palavras-passe e frases-passe fortes e de usar um gestor de palavras-passe e a autenticação multifator.
- Proteger o computador, o telemóvel e as ligações de rede com atualizações, antivírus, bloqueio de ecrã e cuidados com Wi-Fi público e dispositivos USB.
- Reconhecer sinais de um incidente de segurança e de o reportar corretamente, sem agravar a situação.
Para quem: Todos os colaboradores (curso anual obrigatório)
Normas e referências: ISO/IEC 27002 · NIST SP 800-63B
Nível 1 Phishing e Engenharia SocialCIB-102 · Fundamentos · 1,8 h Reconhecer emails, mensagens e chamadas fraudulentas e como reportá-las. ISO/IEC 27001/27002NIST Cybersecurity Framework Ver detalhes
Um único clique pode custar milhares de euros à sua organização. Neste curso prático, vai descobrir como os burlões manipulam pessoas através de emails, SMS, chamadas e mensagens de WhatsApp, com recurso à urgência, à autoridade e à curiosidade. Com exemplos realistas e aplicáveis em qualquer país, vai aprender a detetar remetentes falsos, links perigosos, falsas faturas e a fraude do CEO, e a saber exatamente o que fazer perante uma mensagem suspeita — ou depois de já ter clicado. Conteúdo alinhado com as boas práticas internacionais de sensibilização para a segurança da informação (ISO/IEC 27002 e NIST Cybersecurity Framework). Menos de duas horas que protegem a empresa, os colegas e a sua própria família.
O que vai aprender
- Explicar como os atacantes usam a engenharia social para manipular pessoas, recorrendo a gatilhos como a urgência, a autoridade e a curiosidade.
- Distinguir phishing, spear phishing, smishing, vishing e burlas por WhatsApp.
- Identificar os sinais de alerta de uma mensagem fraudulenta: remetente, links, anexos, erros e pedidos invulgares.
- Reconhecer esquemas de fraude do CEO e de falsas faturas ou alteração de dados bancários de fornecedores.
- Agir corretamente perante uma mensagem suspeita: não clicar, verificar por outro canal e reportar.
- Aplicar os passos imediatos de resposta depois de ter clicado num link ou fornecido dados a um atacante.
Para quem: Todos os colaboradores
Normas e referências: ISO/IEC 27001/27002 · NIST Cybersecurity Framework
Nível 1 Proteção de Dados Pessoais: Princípios InternacionaisCIB-103 · Fundamentos · 2,5 h Princípios, direitos dos titulares e obrigações das empresas, com o RGPD como referência internacional. RGPD (referência internacional) Ver detalhes
Todos os dias, no trabalho, lidamos com dados de clientes, colegas e candidatos. Sabe o que pode e o que não pode fazer com eles? Neste curso, aprende o que são dados pessoais e dados sensíveis, quem é o titular, o responsável e o subcontratante, e como aplicar os princípios do tratamento: finalidade, minimização, conservação e segurança. Descobre os direitos dos titulares e como responder a um pedido, num caso prático passo a passo, e fica a saber o que fazer perante uma violação de dados. Com base em princípios internacionais (Diretrizes da OCDE, Convenção 108) e no RGPD da União Europeia como modelo de referência, com exemplos de escritórios, lojas, clínicas, bancos e armazéns, e uma checklist para descarregar. Proteger dados é proteger pessoas.
O que vai aprender
- Explicar o que são dados pessoais e dados sensíveis e de identificar o titular, o responsável pelo tratamento e o subcontratante.
- Aplicar os princípios do tratamento de dados, como a finalidade, a minimização, a conservação e a segurança, e de reconhecer os fundamentos de licitude.
- Reconhecer os pedidos dos titulares e de os encaminhar corretamente, respeitando os prazos de resposta.
- Descrever as obrigações da empresa, o papel das autoridades de controlo e as regras básicas das transferências internacionais.
- Reconhecer uma violação de dados pessoais e de a reportar de imediato pelo canal interno.
Para quem: Todos os colaboradores, equipas de TI e gestores
Normas e referências: RGPD (referência internacional)
Competências Transversais
Nível 1 Comunicação Interpessoal EficazDES-101 · Fundamentos · 1,8 h Escuta ativa, assertividade e comunicação não-verbal. Modelos de referência em competências transversais Ver detalhes
Quantos problemas no trabalho começam com uma mensagem mal entendida? Neste curso prático, aprende como funciona a comunicação, quais são as barreiras mais comuns e como ultrapassá-las. Pratica a escuta ativa, descobre a diferença entre ser passivo, agressivo e assertivo, e aprende a usar mensagens-eu para dizer o que pensa sem ferir ninguém. Explora ainda a linguagem do corpo, o tom de voz e a comunicação intercultural em equipas multinacionais e multilíngues, com base em modelos reconhecidos e em situações reais do dia a dia de escritórios, lojas, armazéns e obras. Comunique melhor, trabalhe melhor.
O que vai aprender
- Explicar os elementos do processo de comunicação e identificar as principais barreiras que a dificultam.
- Aplicar técnicas de escuta ativa em conversas profissionais.
- Distinguir comportamentos passivos, agressivos e assertivos e de formular mensagens-eu.
- Interpretar e gerir sinais não-verbais, como a postura, o tom de voz e o contacto visual.
- Adaptar a sua comunicação à hierarquia, à idade e à diversidade cultural e linguística de equipas multinacionais e multilíngues.
Para quem: Todos os colaboradores e particulares
Normas e referências: Modelos de referência em competências transversais
Gestão de Projetos
Nível 1 Introdução à Gestão de ProjetosGPR-101 · Fundamentos · 2,5 h Conceitos, ciclo de vida do projeto e papel do gestor de projeto. ISO 21502Guia PMBOK®Guia do Scrum Ver detalhes
Abrir uma nova filial, implementar um sistema informático, organizar uma conferência ou mudar de instalações: todas as organizações vivem de projetos. Neste curso introdutório, vai aprender a distinguir um projeto das operações correntes, a compreender a restrição tripla de âmbito, prazo e custo, a percorrer as fases do ciclo de vida, da iniciação ao encerramento, a identificar os papéis principais e a analisar as partes interessadas com uma matriz de poder e interesse. Vai ainda usar quatro ferramentas simples e eficazes: o termo de abertura, a estrutura analítica do projeto (WBS), o gráfico de Gantt e o registo de riscos. Acompanha a Inês, gestora do projeto Nova Sede da Atlântico Engenharia, e pratica com modelos descarregáveis. Com base em referências internacionais, como a norma ISO 21502, o Guia PMBOK® do PMI, o método PRINCE2® e o Guia do Scrum, o curso dá-lhe uma linguagem comum para trabalhar em projetos em qualquer setor e em qualquer país.
O que vai aprender
- Distinguir projetos de operações correntes e de explicar a restrição tripla e os critérios de sucesso de um projeto.
- Descrever as fases do ciclo de vida de um projeto: iniciação, planeamento, execução, monitorização e controlo e encerramento.
- Identificar os papéis do gestor de projeto, do patrocinador e da equipa e de analisar as partes interessadas com uma matriz de poder e interesse.
- Usar ferramentas simples de planeamento: termo de abertura, estrutura analítica do projeto, gráfico de Gantt e registo de riscos.
Para quem: Gestores, chefes de equipa e membros de equipas de projeto que começam a participar em projetos ou a coordená-los.
Normas e referências: ISO 21502 · Guia PMBOK® · Guia do Scrum
Informática & Produtividade Digital
Nível 1 Excel FundamentalTIC-102 · Fundamentos · 3,5 h Folhas de cálculo, fórmulas básicas, formatação e impressão. Quadro Europeu de Competências Digitais (DigComp) Ver detalhes
O Excel está presente em quase todos os escritórios do mundo, mas muitas pessoas usam apenas uma pequena parte do que ele faz. Neste curso prático, vai aprender a navegar na interface do Microsoft 365 Excel em português, a gerir livros e folhas, a introduzir dados e a aplicar formatos numéricos profissionais, a criar fórmulas com as funções SOMA, MÉDIA, MÁXIMO, MÍNIMO e CONTAR, a usar referências relativas e absolutas e, por fim, a ordenar, filtrar e preparar listas para impressão ou PDF. Acompanha a Marta, assistente administrativa na Nova Rota Logística, e pratica num ficheiro Excel descarregável com encomendas, stock e vendas. Alinhado com a área de criação de conteúdos digitais do Quadro Europeu de Competências Digitais (DigComp), o curso prepara-o para trabalhar com folhas de cálculo de forma rápida, organizada e sem erros, em qualquer país e em qualquer setor.
O que vai aprender
- Navegar na interface do Excel e de criar, guardar, abrir e organizar livros e folhas de cálculo.
- Introduzir diferentes tipos de dados e de aplicar formatação profissional, incluindo formatos numéricos, limites e preenchimento automático.
- Criar fórmulas com operadores e com as funções SOMA, MÉDIA, MÁXIMO, MÍNIMO e CONTAR, usando corretamente referências relativas e absolutas.
- Ordenar e filtrar listas de dados e de configurar a página e a área de impressão para imprimir ou exportar para PDF.
Para quem: Colaboradores de escritório, assistentes administrativos e analistas que começam a usar o Excel ou que querem consolidar as bases.
Normas e referências: Quadro Europeu de Competências Digitais (DigComp)
Inteligência Artificial
Nível 1 IA para Todos: Conceitos EssenciaisIAR-101 · Fundamentos · 2 h O que é a inteligência artificial, como funciona e onde já a usamos no dia a dia. Princípios da OCDE para a IARecomendação UNESCOISO/IEC 42001 Ver detalhes
Ouve falar de inteligência artificial todos os dias, mas não sabe bem o que é? Este curso explica, em linguagem simples e sem exageros, o que é a IA, como aprende e onde já está presente no seu telemóvel, na banca, nas redes sociais, na tradução e na saúde. Vai descobrir o que a IA faz bem, onde falha e como pode transformar o seu trabalho, com base em referências internacionais como os Princípios da OCDE para a IA e a Recomendação da UNESCO sobre a Ética da IA. Com exemplos práticos de vários setores, atividades interativas e um plano pessoal para começar. Não precisa de conhecimentos técnicos: basta curiosidade.
O que vai aprender
- Explicar em linguagem simples o que é inteligência artificial, aprendizagem automática e IA generativa.
- Identificar aplicações de IA já presentes no quotidiano, no telemóvel, na banca, nas redes sociais, na tradução e na saúde.
- Reconhecer as capacidades e as limitações da IA, incluindo alucinações, enviesamento e dependência de dados.
- Refletir sobre o impacto da IA na sua profissão e identificar competências e oportunidades a desenvolver.
Para quem: Profissionais de todas as áreas e particulares, sem conhecimentos técnicos.
Normas e referências: Princípios da OCDE para a IA · Recomendação UNESCO · ISO/IEC 42001
Nível 1 Assistentes de IA Generativa no Trabalho: Primeiros PassosIAR-102 · Fundamentos · 2,3 h Usar assistentes de IA para escrever, resumir, traduzir e pesquisar com segurança. Princípios da OCDE para a IARecomendação UNESCOISO/IEC 42001 Ver detalhes
Quer escrever emails, resumir relatórios e traduzir documentos em metade do tempo? Neste curso prático, aprende a usar assistentes de IA generativa como o ChatGPT, o Claude, o Copilot ou o Gemini no seu trabalho diário. Com exemplos práticos de empresas de vários setores, vai escrever pedidos claros, melhorar respostas, verificar se a informação é fiável e proteger os dados confidenciais da sua empresa. Não precisa de conhecimentos técnicos. Em cerca de duas horas, ganha confiança para usar a IA de forma produtiva, segura e responsável.
O que vai aprender
- Comparar os principais assistentes de IA generativa e distinguir versões gratuitas de versões empresariais.
- Escrever pedidos simples com contexto, tarefa e formato e melhorar as respostas através de revisões.
- Usar assistentes de IA para escrever emails, resumir documentos, traduzir entre português e inglês e rever textos.
- Verificar a fiabilidade das respostas da IA, confirmando fontes, datas, números e referências.
- Aplicar regras de segurança para não expor dados pessoais nem informação confidencial da empresa.
Para quem: Profissionais de escritório de todas as áreas
Normas e referências: Princípios da OCDE para a IA · Recomendação UNESCO · ISO/IEC 42001
Nível 1 Uso Responsável e Ético da IAIAR-103 · Fundamentos · 1,8 h Riscos, enviesamento, alucinações, confidencialidade e proteção de dados. Princípios da OCDERGPD (referência) Ver detalhes
A inteligência artificial já está no seu dia a dia de trabalho: escreve emails, resume relatórios e responde a perguntas em segundos. Mas também inventa factos, repete preconceitos e pode expor dados confidenciais da sua empresa. Neste curso prático, baseado em referências internacionais como os Princípios da OCDE para a IA, a Recomendação da UNESCO sobre a Ética da IA e o RGPD, vai aprender a reconhecer os principais riscos da IA, a proteger dados pessoais e segredos comerciais, e a aplicar boas práticas de revisão humana, transparência e responsabilização. Termina com uma checklist pronta a usar no seu trabalho. Use a IA com confiança, sem pôr em risco a sua empresa.
O que vai aprender
- Identificar os principais riscos do uso de IA: alucinações, enviesamento, violação de propriedade intelectual e deepfakes.
- Distinguir dados pessoais, informação confidencial e segredo comercial, e decidir o que pode ou não ser partilhado com uma ferramenta de IA.
- Aplicar ao uso de IA no trabalho os princípios gerais de proteção de dados pessoais, tendo o RGPD como referência internacional e respeitando a legislação aplicável no seu país.
- Seguir boas práticas de revisão humana, transparência e responsabilização, de acordo com a política de IA da empresa.
- Usar uma checklist de uso responsável antes de utilizar resultados produzidos por IA.
Para quem: Todos os colaboradores de empresas que adotam IA
Normas e referências: Princípios da OCDE · RGPD (referência)
Petróleo & Gás
Nível 1 Introdução à Indústria do Petróleo e GásOGP-101 · Fundamentos · 2,5 h História, principais atores, bacias, operadores e peso do setor na economia mundial. Normas IOGP e APIRegras de Ouro IOGP (Life-Saving Rules) Ver detalhes
Quer trabalhar no setor do petróleo e gás ou vender os seus serviços a esta indústria? Este curso dá-lhe a visão de conjunto de que precisa. Vai percorrer a história da indústria, dos primeiros poços às águas ultraprofundas, perceber o peso do petróleo e do gás na economia mundial e conhecer os atores do setor: Estados, reguladores, companhias nacionais e internacionais, empresas de serviços, a OPEP e a Agência Internacional de Energia. Vai aprender como se formam as bacias sedimentares, como os países atribuem blocos de exploração e como se produz em terra e no mar, incluindo com unidades FPSO. Por fim, vai explorar as oportunidades de carreira e de negócio, as políticas de conteúdo local e as competências mais procuradas. Com uma perspetiva internacional, exemplos práticos e atividades interativas.
O que vai aprender
- Descrever a evolução da indústria petrolífera mundial e o peso do petróleo e do gás na economia.
- Identificar o papel do Estado, dos reguladores, das companhias nacionais e internacionais, das empresas de serviços, da OPEP e da AIE.
- Interpretar como se organizam bacias, blocos e áreas de produção, em terra e no mar.
- Identificar oportunidades de carreira e de negócio para profissionais e empresas locais, incluindo as associadas ao conteúdo local.
Para quem: Profissionais e candidatos ao setor petrolífero, fornecedores
Normas e referências: Normas IOGP e API · Regras de Ouro IOGP (Life-Saving Rules)
Nível 1 Cadeia de Valor: Upstream, Midstream e DownstreamOGP-102 · Fundamentos · 2,5 h Da exploração à refinação e distribuição de combustíveis. Normas IOGP e APIRegras de Ouro IOGP (Life-Saving Rules) Ver detalhes
Como chega o petróleo de um reservatório a milhares de metros de profundidade até ao depósito do seu automóvel? Neste curso vai seguir toda a cadeia de valor do petróleo e do gás. No upstream, vai conhecer a sísmica, os poços de pesquisa e de avaliação, o desenvolvimento dos campos, a produção e o abandono. No midstream, vai perceber como funcionam os oleodutos e gasodutos, os navios-tanque, os terminais e a cadeia do gás natural liquefeito. No downstream, vai entrar numa refinaria, conhecer os produtos refinados, a distribuição e a formação do preço na bomba. Por fim, vai relacionar o preço do Brent, os custos de produção e as receitas do Estado, e compreender os ciclos do setor através de um caso prático com um país fictício. Com uma perspetiva internacional, exemplos práticos e atividades interativas.
O que vai aprender
- Descrever as fases de exploração, desenvolvimento, produção e abandono de um campo petrolífero.
- Explicar como o petróleo e o gás chegam ao mercado, através de condutas, navios, terminais e da cadeia do GNL.
- Explicar os principais processos de refinação, os produtos refinados, a distribuição e a formação do preço dos combustíveis.
- Relacionar o preço do petróleo, os custos de produção, as receitas do Estado e os ciclos do setor.
Para quem: Profissionais e candidatos ao setor petrolífero, fornecedores
Normas e referências: Normas IOGP e API · Regras de Ouro IOGP (Life-Saving Rules)
Nível 1 Sensibilização para H2S: Módulo TeóricoOGP-103 · Fundamentos · 1,8 h Propriedades do sulfureto de hidrogénio, deteção, efeitos e resposta. Normas IOGP e APIRegras de Ouro IOGP (Life-Saving Rules) Ver detalhes
O sulfureto de hidrogénio (H2S) é um dos perigos mais traiçoeiros da indústria do petróleo e gás: é invisível, mais pesado do que o ar e, em concentrações elevadas, deixa de ter cheiro antes de fazer cair um trabalhador em segundos. Este módulo teórico explica de onde vem o H2S, como se comporta, que efeitos tem no organismo consoante a concentração, como funcionam os detetores fixos e pessoais, que equipamento de proteção respiratória é adequado e qual a sequência correta de resposta a uma libertação: alarme, fuga contra o vento, ponto de reunião e resgate apenas por pessoal treinado. Com base em boas práticas internacionais do setor (IOGP, API e programas de formação reconhecidos), inclui cenários de decisão e exercícios interativos. Este curso prepara a formação prática certificada, mas não a substitui.
O que vai aprender
- Descrever as propriedades do sulfureto de hidrogénio e as situações em que pode estar presente.
- Explicar porque o nariz não é um meio fiável de deteção do H2S.
- Relacionar a concentração de H2S com os efeitos no organismo e de interpretar os conceitos de limite de exposição.
- Identificar os detetores, alarmes e equipamentos de proteção respiratória usados contra o H2S e as regras do seu uso correto.
- Aplicar a sequência de resposta a uma libertação de H2S, incluindo a fuga contra o vento e a regra de que só pessoal treinado e protegido faz o resgate.
Para quem: Profissionais e candidatos ao setor petrolífero, fornecedores
Normas e referências: Normas IOGP e API · Regras de Ouro IOGP (Life-Saving Rules)
Nível 1 Vida e Segurança Offshore: Preparação TeóricaOGP-104 · Fundamentos · 2,5 h Transporte por helicóptero, vida a bordo, alarmes e evacuação em plataformas. Normas OPITO (preparatório) Ver detalhes
Vai trabalhar pela primeira vez numa plataforma, numa sonda ou numa unidade flutuante de produção? Este curso teórico prepara-o para o que o espera: o check-in no heliporto, o briefing de segurança, o equipamento de voo e as regras a bordo do helicóptero, a transferência por embarcação e por cesto, a indução da instalação, a vida nas cabines e nos turnos, as proibições e a comunicação a bordo. Aprenda a reconhecer os alarmes, a dirigir-se ao posto de reunião correto e a registar a sua presença com o cartão T-card, e conheça os meios de evacuação (helicóptero, baleeiras e jangadas salva-vidas) e os princípios de sobrevivência no mar, incluindo os perigos da água fria e da hipotermia. Com base em boas práticas internacionais do setor, como as normas de formação da OPITO, é a preparação ideal para a formação prática obrigatória, que não substitui.
O que vai aprender
- Descrever os requisitos e os procedimentos de viagem para uma instalação offshore, por helicóptero ou por embarcação.
- Aplicar as regras de segurança a bordo do helicóptero e durante a transferência por cesto ou passadiço.
- Cumprir as regras de convivência, segurança e comunicação a bordo de uma instalação offshore.
- Reconhecer os principais tipos de alarme e dirigir-se ao posto de reunião correto, registando a sua presença.
- Descrever os métodos de evacuação de uma instalação e os princípios de sobrevivência no mar, incluindo a prevenção da hipotermia.
- Identificar a formação prática certificada exigida antes de viajar para uma instalação offshore.
Para quem: Profissionais e candidatos ao setor petrolífero, fornecedores
Normas e referências: Normas OPITO (preparatório)
Nível 1 Geologia do Petróleo e Exploração: Conceitos BásicosOGP-105 · Fundamentos · 2,5 h Como se formam e acumulam os hidrocarbonetos, o sistema petrolífero, a sísmica e o ciclo de um poço de exploração. IOGP Report 448 (operações sísmicas marítimas)SPE-PRMS (2018) Ver detalhes
Como é que restos de algas e plâncton se transformam em petróleo e gás, e como é que as equipas de exploração os encontram a milhares de metros de profundidade? Este curso explica, em linguagem simples, a formação dos hidrocarbonetos, a rocha-mãe e a janela do óleo e do gás, o sistema petrolífero (reservatório, selante, armadilha e sincronismo), os métodos de exploração, com destaque para a sísmica 2D, 3D e 4D e as medidas de proteção da vida marinha, e o percurso de um prospeto até ao resultado de um poço de pesquisa: risco geológico, amostras, perfilagem, testes, descoberta e poços de avaliação. Inclui um caso prático num bloco fictício de águas profundas. Alinhado com o IOGP Report 448 e com o SPE-PRMS. Ideal para profissionais não técnicos e candidatos ao setor.
O que vai aprender
- Explicar como a matéria orgânica se transforma em petróleo e gás ao longo do tempo geológico.
- Identificar os elementos e os processos do sistema petrolífero e o que tem de coincidir para haver uma acumulação.
- Descrever os principais métodos de exploração e o que cada um mostra sobre o subsolo.
- Explicar o percurso de um prospeto até ao resultado de um poço de pesquisa.
- Distinguir uma descoberta, um poço seco e um poço de avaliação.
Para quem: Profissionais e candidatos ao setor petrolífero, pessoal não técnico
Normas e referências: IOGP Report 448 (operações sísmicas marítimas) · SPE-PRMS (2018)
Nível 1 Sensibilização para a Segurança de ProcessosOGP-106 · Fundamentos · 1,8 h Perda de contenção, barreiras de segurança, sinais de alerta e o papel de cada trabalhador na prevenção de acidentes graves. IOGP Report 638 (Process Safety Fundamentals)IOGP Report 544 (definições de barreiras) Ver detalhes
O maior perigo numa instalação de petróleo e gás está muitas vezes dentro dos tubos: hidrocarbonetos inflamáveis, por vezes tóxicos, em grande quantidade e sob pressão. Este curso de sensibilização mostra o que pode correr mal quando há uma perda de contenção (jatos de fogo, incêndios de poça, explosões de nuvem de vapor e libertações de H2S) e onde ocorrem as fugas numa instalação. Apresenta, um a um, os 10 Fundamentos de Segurança de Processos da IOGP e a sua relação com as regras para salvar vidas, e treina, num turno da noite num FPSO fictício, as decisões que fazem a diferença: reconhecer sinais fracos, abrir contenção com isolamento verificado, reportar quase-acidentes e eventos Tier 1 e Tier 2 e usar a autoridade para parar o trabalho. Alinhado com os IOGP Reports 638, 544 e 456. Complementa o curso SST-115 sem o repetir.
O que vai aprender
- Reconhecer os perigos próprios dos hidrocarbonetos sob pressão nas instalações de petróleo e gás.
- Distinguir jatos de fogo, incêndios de poça e explosões de nuvem de vapor e identificar os pontos onde ocorrem perdas de contenção.
- Relacionar cada um dos 10 Fundamentos de Segurança de Processos da IOGP com situações reais do posto de trabalho.
- Decidir quando parar, reportar e escalar perante sinais fracos num turno de operação.
Para quem: Operadores, técnicos e empreiteiros em instalações de petróleo e gás
Normas e referências: IOGP Report 638 (Process Safety Fundamentals) · IOGP Report 544 (definições de barreiras)
Nível 1 Postos de Abastecimento de Combustíveis: Operação e SegurançaOGP-107 · Fundamentos · 2,5 h Receção e descarga de combustível, abastecimento seguro, controlo de perdas, prevenção de incêndios e resposta a derrames no posto. Energy Institute/APEA «Blue Book» (postos de abastecimento, 5.ª ed., 2024)NFPA 30AIEC 60079-10-1 (classificação de zonas) Ver detalhes
Um posto de abastecimento guarda milhares de litros de combustível debaixo do pavimento e recebe centenas de clientes por dia. Este curso teórico mostra como operá-lo com segurança: os equipamentos e as zonas classificadas, os perigos dos vapores de gasolina e da eletricidade estática, a sequência segura de receção e descarga do camião-cisterna (medir, confirmar o produto, ligar à terra, vigiar, conferir e saber quando recusar), as regras de abastecimento seguro, a reconciliação diária dos tanques, os sinais de fuga e o controlo de caixa, e a resposta a derrames, incêndios e outras emergências, com cenários de decisão. Alinhado com o «Blue Book» do Energy Institute/APEA e com a NFPA 30A. Não substitui a formação prática certificada, incluindo em combate a incêndios, nem a autorização do operador ou do distribuidor para receber descargas.
O que vai aprender
- Identificar as zonas, os equipamentos e os perigos de um posto de abastecimento.
- Aplicar a sequência segura de receção e descarga de combustível e de reconhecer quando a descarga deve ser recusada.
- Aplicar as regras de abastecimento seguro junto dos clientes.
- Fazer a reconciliação diária dos tanques e reconhecer perdas anormais e sinais de fuga.
- Responder a um derrame, a um incêndio ou a outra emergência no posto, sabendo quando evacuar.
Para quem: Gerentes e operadores de postos de abastecimento, distribuidores de combustíveis
Normas e referências: Energy Institute/APEA «Blue Book» (postos de abastecimento, 5.ª ed., 2024) · NFPA 30A · IEC 60079-10-1 (classificação de zonas)
Nível 1 Leitura de Fluxogramas de Processo e P&IDOGP-108 · Fundamentos · 3,5 h Símbolos, linhas, válvulas, instrumentos e malhas de controlo para ler PFD e P&ID de instalações de processo. ISO 10628-1 e ISO 10628-2 (diagramas de processo)ANSI/ISA-5.1 (símbolos de instrumentação e controlo) Ver detalhes
Os diagramas de processo são a linguagem de qualquer instalação de petróleo e gás. Este curso ensina, passo a passo, a distinguir diagramas de blocos, fluxogramas de processo (PFD) e diagramas de tubagens e instrumentação (P&ID), a reconhecer os símbolos de vasos, bombas, compressores, permutadores e tanques, a ler a identificação das linhas e a classe de tubagem, a identificar válvulas, a sua posição normal e os dispositivos de segurança (PSV, discos de rutura, ESDV, flanges cegas e figuras-8), e a interpretar os balões e as letras dos instrumentos e uma malha de controlo simples, com alarmes e trips. No exercício final, lê o P&ID simplificado de um separador de produção de um FPSO fictício e marca os isolamentos para uma intervenção de manutenção. Alinhado com a ISO 10628-1/-2 e a ANSI/ISA-5.1-2024.
O que vai aprender
- Distinguir os tipos de diagramas de processo e explicar quem os usa e quando.
- Identificar os símbolos dos principais equipamentos e ler a identificação de uma linha.
- Reconhecer os tipos de válvula, a sua posição normal e os dispositivos de segurança num P&ID.
- Interpretar a identificação de instrumentos e uma malha de controlo simples, distinguindo alarmes e trips.
- Seguir o caminho dos fluidos num P&ID e identificar os pontos de isolamento de um equipamento.
Para quem: Operadores, técnicos, engenheiros juniores e pessoal de projeto
Normas e referências: ISO 10628-1 e ISO 10628-2 (diagramas de processo) · ANSI/ISA-5.1 (símbolos de instrumentação e controlo)
Procurement & Supply Chain
Nível 1 Introdução ao Procurement e à Cadeia de AbastecimentoPSC-101 · Fundamentos · 2,5 h O papel das compras na empresa, o ciclo de abastecimento e os conceitos-chave do procurement moderno. ISO 20400 (compras sustentáveis)boas práticas internacionais de procurement Ver detalhes
Acabou de entrar numa equipa de compras, faz requisições no seu dia a dia ou quer simplesmente perceber como uma organização compra aquilo de que precisa? Este curso dá-lhe as bases do procurement e da cadeia de abastecimento. Vai perceber porque é que comprar bem tem impacto direto no custo, na qualidade, no prazo e no risco, e distinguir compras, aprovisionamento, procurement e supply chain. Vai seguir os fluxos de materiais, de informação e de dinheiro numa fábrica, num hospital e num projeto, e conhecer os fornecedores de primeiro e segundo nível. Vai classificar compras por categoria e percorrer as oito etapas do ciclo de procurement, da necessidade à avaliação do fornecedor. Por fim, vai interpretar os conceitos e indicadores do procurement moderno: valor pelo dinheiro, custo total, lead time, nível de serviço, poupanças, conformidade com contratos, compras sustentáveis e digitalização. Com uma perspetiva internacional, empresas fictícias, atividades interativas e um glossário para descarregar.
O que vai aprender
- Explicar o contributo da função compras para o custo, a qualidade, o prazo e o risco da organização.
- Descrever os fluxos físicos, de informação e financeiros de uma cadeia de abastecimento.
- Classificar compras por categoria e identificar as etapas do ciclo de procurement.
- Interpretar os principais conceitos e indicadores usados na função compras.
Para quem: Novos compradores, requisitantes, assistentes de compras
Normas e referências: ISO 20400 (compras sustentáveis) · boas práticas internacionais de procurement
Nível 1 O Ciclo Procure-to-Pay: do Pedido ao PagamentoPSC-102 · Fundamentos · 2,5 h Requisição, aprovação, nota de encomenda, receção, conferência a três vias e pagamento. Boas práticas internacionais de procure-to-pay e controlo interno Ver detalhes
Uma requisição mal preenchida, uma encomenda emitida depois da fatura ou uma alteração de IBAN que ninguém confirmou: pequenos erros no ciclo de compras custam tempo, dinheiro e, por vezes, abrem a porta à fraude. Este curso percorre o ciclo procure-to-pay, do pedido ao pagamento. Vai criar uma requisição completa, com centro de custo, orçamento e a aprovação certa segundo a delegação de poderes, e distinguir compras planeadas de compras urgentes. Vai converter a requisição numa nota de encomenda válida, usar catálogos e contratos-quadro e gerir confirmações e alterações. Vai registar a receção de bens e de serviços e fazer a conferência a três vias entre encomenda, receção e fatura, tratando divergências e tolerâncias num exercício em Excel. Por fim, vai conhecer os controlos do ciclo, como a segregação de funções e a proteção da ficha de fornecedor, e os indicadores que medem o desempenho do procure-to-pay. Com uma perspetiva internacional, empresas fictícias e atividades práticas.
O que vai aprender
- Criar uma requisição de compra completa e corretamente aprovada.
- Converter uma requisição aprovada numa nota de encomenda válida.
- Registar a receção e conferir encomenda, receção e fatura.
- Identificar os controlos do ciclo e os indicadores de desempenho do procure-to-pay.
Para quem: Requisitantes, compras, contas a pagar
Normas e referências: Boas práticas internacionais de procure-to-pay e controlo interno
Nível 1 Ética, Integridade e Conflitos de Interesse em ComprasPSC-103 · Fundamentos · 1,8 h Ofertas e hospitalidade, conflitos de interesse, sinais de fraude e corrupção e como reportar. ISO 37001 (antissuborno)Diretrizes da OCDE para Empresas Multinacionais Ver detalhes
Quem participa numa compra decide sobre dinheiro que não é seu, e por isso está exposto a pressões, ofertas e conflitos de interesse. Este curso é para todos os que intervêm em compras: compradores, requisitantes, avaliadores técnicos, aprovadores e contas a pagar. Vai conhecer os princípios de conduta da função, como a integridade, a imparcialidade e a confidencialidade, e aprender a reconhecer e a declarar conflitos de interesse reais, potenciais e aparentes. Vai decidir, em situações concretas, se uma oferta, uma refeição ou um convite podem ser aceites, tendo em conta o valor, a frequência e o momento, e porque é que a informação dos concorrentes é confidencial. Por fim, vai identificar os sinais de alerta de fraude e corrupção mais comuns no ciclo de compras, do fracionamento de encomendas aos fornecedores fictícios, e saber como usar os canais de reporte com segurança. Com uma perspetiva internacional, uma empresa fictícia e decisões em cenários reais.
O que vai aprender
- Reconhecer e declarar conflitos de interesse reais, potenciais e aparentes.
- Decidir se uma oferta ou um convite pode ser aceite segundo a política da organização.
- Identificar sinais de alerta de fraude e corrupção e utilizar os canais de reporte.
Para quem: Todos os que intervêm em compras
Normas e referências: ISO 37001 (antissuborno) · Diretrizes da OCDE para Empresas Multinacionais
Nível 1 Requisições e Especificações de Compra EficazesPSC-104 · Fundamentos · 1,8 h Como definir a necessidade: especificações funcionais e técnicas, âmbito de serviços e critérios de aceitação. Boas práticas internacionais de especificaçãoISO 9001 (requisitos de compra) Ver detalhes
Uma especificação vaga dá propostas impossíveis de comparar; uma especificação copiada do catálogo de um fornecedor afasta a concorrência; um serviço sem critérios de aceitação acaba em discussão. Este curso é para quem pede compras técnicas e de serviços e quer acertar à primeira. Vai aprender a distinguir a necessidade da solução, a considerar alternativas à compra e a envolver as compras desde o início. Vai redigir especificações funcionais, de desempenho e técnicas claras, mensuráveis e abertas à concorrência, a referir normas, a usar corretamente a menção «ou equivalente» e a evitar especificações dirigidas. Por fim, vai elaborar o âmbito de um serviço com entregáveis, prazos e níveis de serviço, definir critérios de aceitação para bens e serviços e usar uma checklist para rever a requisição antes de a submeter. Com uma perspetiva internacional, uma empresa fictícia, exercícios práticos e uma checklist para descarregar.
O que vai aprender
- Analisar uma necessidade e decidir o que deve ser comprado.
- Redigir especificações claras, mensuráveis e abertas à concorrência.
- Elaborar o âmbito de um serviço com entregáveis, níveis de serviço e critérios de aceitação.
Para quem: Requisitantes técnicos e de serviços
Normas e referências: Boas práticas internacionais de especificação · ISO 9001 (requisitos de compra)
Nível 1 Incoterms® 2020: Conceitos EssenciaisPSC-105 · Fundamentos · 2,5 h As 11 regras Incoterms®, repartição de custos e riscos, e como escolher a regra certa em cada compra. Incoterms® 2020 (ICC) Ver detalhes
Compra ou vende mercadorias que atravessam fronteiras e já se perguntou quem paga o frete, quem trata da alfândega ou quem suporta a perda se a carga se danificar pelo caminho? As regras Incoterms® 2020, publicadas pela Câmara de Comércio Internacional (ICC), respondem a estas perguntas com três letras e um local. Neste curso vai perceber o que as regras regulam e o que deixam de fora, conhecer as 11 regras e os seus grupos, determinar em cada operação onde passa o risco e quem paga cada custo, incluindo o seguro obrigatório em CIF e CIP e o desalfandegamento, e aprender a escolher a regra adequada a cada compra, com atenção especial aos contentores, ao controlo do transporte e aos cuidados com EXW e DDP. Com uma perspetiva internacional, uma empresa fictícia, casos práticos e atividades interativas. O curso explica as regras por palavras próprias e não substitui a consulta da publicação oficial da ICC.
O que vai aprender
- Explicar o que as regras Incoterms® 2020 regulam e o que não regulam.
- Distinguir as 11 regras Incoterms® 2020 e os seus grupos.
- Determinar onde passa o risco e quem paga cada custo numa operação.
- Selecionar a regra Incoterms® adequada a uma compra concreta.
Para quem: Compras, logística, finanças
Normas e referências: Incoterms® 2020 (ICC)
Nível 1 Fundamentos de Negociação para CompradoresPSC-106 · Fundamentos · 2,5 h Preparar uma negociação simples: objetivos, alternativas (BATNA), concessões e fecho. Boas práticas internacionais de negociação Ver detalhes
Negociar não é regatear o preço até ao último cêntimo. É preparar bem, saber o que se quer e o que se pode trocar, e chegar a um acordo que funcione para os dois lados e fique registado por escrito. Neste curso, pensado para compradores e requisitantes, vai perceber quando e o que negociar numa compra, para além do preço: prazo, pagamento, garantia e serviço. Vai aprender a preparar uma negociação simples com objetivo, ponto de rutura, BATNA e zona de acordo possível, usando uma ficha de preparação que pode descarregar. Vai praticar a abertura, as perguntas, a escuta ativa e a troca de concessões com a fórmula «se… então…», e saber reagir à pressão e às táticas mais comuns. Por fim, vai fechar o acordo, confirmá-lo por escrito e atualizar a encomenda ou o contrato, sempre com ética. Com uma empresa fictícia, um cenário ramificado e atividades interativas.
O que vai aprender
- Explicar quando e o que negociar numa compra.
- Preparar uma negociação simples com objetivos, limites e alternativas.
- Aplicar técnicas básicas de comunicação e de troca de concessões.
- Fechar a negociação e confirmar por escrito o que foi acordado.
Para quem: Compradores e requisitantes
Normas e referências: Boas práticas internacionais de negociação
Nível 1 Trabalhar em Equipa: Requisitantes e ComprasPSC-107 · Fundamentos · 1,8 h Papéis e responsabilidades, planeamento conjunto das compras, comunicação e como evitar atrasos e retrabalho. Boas práticas internacionais de procurement Ver detalhes
«Compras demora uma eternidade.» «Os pedidos chegam sempre incompletos e para ontem.» Se já ouviu, ou disse, uma destas frases, este curso é para si. Pensado para requisitantes, equipas técnicas e de programa e compradores, mostra como trabalhar em conjunto para comprar bem e a tempo. Vai distinguir as responsabilidades de quem define a necessidade, de quem aprova, de quem compra e de quem recebe, com uma matriz RACI e regras claras para os contactos com fornecedores. Vai aprender a planear as necessidades com antecedência, tendo em conta os prazos reais do processo de compra e de entrega, com plano anual, contratos-quadro, reuniões de planeamento e um planeador em Excel para descarregar. Por fim, vai resolver situações típicas de conflito, como pedidos incompletos, urgências e compras feitas sem encomenda, e conhecer os acordos de nível de serviço internos e a melhoria contínua. Com uma empresa fictícia, um cenário ramificado e atividades interativas.
O que vai aprender
- Distinguir as responsabilidades do requisitante, das compras, do aprovador e do recetor.
- Planear necessidades com antecedência tendo em conta os prazos reais de compra.
- Resolver situações típicas de conflito entre requisitantes e compras.
Para quem: Requisitantes, equipas técnicas e de programa, compradores
Normas e referências: Boas práticas internacionais de procurement
Nível 1 Introdução à Contratação PúblicaPSC-108 · Fundamentos · 2,5 h Princípios da contratação pública, ciclo do procedimento, transparência, concorrência e prestação de contas. Lei-Modelo UNCITRAL de Contratação Pública (2011)Acordo GPA da OMCPrincípios da OCDE Ver detalhes
Quando uma entidade pública compra uma obra, um serviço ou um bem, está a gastar dinheiro de todos. É por isso que a contratação pública segue regras próprias, mais exigentes do que as das compras privadas. Este curso, pensado para funcionários públicos, organizações não governamentais e empresas que vendem ao Estado, explica essas regras de forma simples e com uma perspetiva internacional. Vai perceber o que distingue a contratação pública e conhecer as principais referências internacionais: a Lei-Modelo da CNUDCI (UNCITRAL) de 2011, o Acordo sobre Contratos Públicos (GPA) da Organização Mundial do Comércio e os princípios da OCDE. Vai aplicar os princípios de transparência, concorrência, igualdade de tratamento e prestação de contas, percorrer as fases de um procedimento, do planeamento à execução do contrato, e identificar os mecanismos de controlo e os sinais de alerta ao longo do ciclo. Com uma entidade pública fictícia, casos práticos e atividades interativas. As regras concretas dependem da lei de cada país.
O que vai aprender
- Explicar porque a contratação pública segue regras próprias.
- Aplicar os princípios de transparência, concorrência, igualdade de tratamento e prestação de contas.
- Descrever as fases de um procedimento de contratação pública.
- Identificar os mecanismos de controlo e de transparência ao longo do ciclo.
Para quem: Funcionários públicos, ONG e fornecedores do Estado
Normas e referências: Lei-Modelo UNCITRAL de Contratação Pública (2011) · Acordo GPA da OMC · Princípios da OCDE
Nível 1 Procurement no Petróleo e Gás: IntroduçãoPSC-151 · Fundamentos · 2,5 h Como compram as operadoras e as empresas de serviços: categorias, aprovação de parceiros, registo de fornecedores e particularidades do setor. IOGP / práticas da indústriaJOA (modelos da indústria, noção) Ver detalhes
Quer vender bens ou serviços a uma operadora petrolífera, ou trabalha em compras e contratos no setor e quer perceber as regras do jogo? Este curso explica como compra a indústria do petróleo e do gás. Vai conhecer os papéis da operadora, dos parceiros não operadores, das empresas de serviços e dos fornecedores, e perceber porque é que o risco elevado, os ativos remotos e as normas técnicas exigentes tornam as compras do setor diferentes. Vai percorrer as grandes categorias de compra de uma operação upstream, das sondas aos serviços gerais na base logística. Vai descobrir quem aprova os concursos numa associação petrolífera, com o acordo de operações conjuntas, o comité de operações, a concessionária nacional e o regulador. Por fim, vai seguir o percurso de uma empresa desde o registo até ao primeiro convite para concurso, com uma checklist de pré-qualificação para usar no seu trabalho. Com uma perspetiva internacional, empresas fictícias e atividades interativas.
O que vai aprender
- Distinguir o papel de operadoras, parceiros, empresas de serviços e fornecedores na cadeia de abastecimento do setor.
- Identificar as grandes categorias de bens e serviços de uma operação upstream.
- Explicar, em termos gerais, quem aprova os processos de contratação numa associação petrolífera.
- Descrever o percurso de uma empresa até ser convidada para concursos no setor.
Para quem: Compras, contratos e fornecedores do setor
Normas e referências: IOGP / práticas da indústria · JOA (modelos da indústria, noção)
Nível 1 Conteúdo Local: Conceitos EssenciaisPSC-152 · Fundamentos · 1,8 h O que é conteúdo local, porque é exigido e como afeta concursos, contratos e fornecedores. Boas práticas internacionais de conteúdo localIOGP / práticas da indústria Ver detalhes
Os países produtores de petróleo e gás querem que a riqueza dos seus recursos crie empregos, empresas e competências nacionais. É esse o objetivo das políticas de conteúdo local, que hoje estão presentes em muitos concursos e contratos do setor. Neste curso vai perceber o que é conteúdo local e quais são as suas componentes: emprego e formação, compras a fornecedores locais, transferência de tecnologia e investimento social, e a diferença entre uma empresa registada localmente e o valor realmente acrescentado no país. Vai conhecer os objetivos destas políticas, os modelos usados internacionalmente e os riscos de políticas mal desenhadas. Por fim, vai ver como o conteúdo local afeta cada fase de um concurso e de um contrato, e o que um fornecedor local precisa de demonstrar. Com uma perspetiva internacional, empresas fictícias, um cenário ramificado e atividades interativas.
O que vai aprender
- Definir conteúdo local e as suas componentes.
- Explicar os objetivos económicos e sociais das políticas de conteúdo local.
- Identificar como o conteúdo local afeta cada fase de um concurso e de um contrato.
Para quem: Compradores, fornecedores e gestores de contratos do setor
Normas e referências: Boas práticas internacionais de conteúdo local · IOGP / práticas da indústria
Nível 1 Requisitos HSE para Fornecedores e EmpreiteirosPSC-153 · Fundamentos · 1,8 h Pré-qualificação HSE, requisitos contratuais, indução e desempenho HSE de empreiteiros. IOGP Relatório 423 (gestão de empreiteiros)Regras que Salvam Vidas da IOGPISO 45001 Ver detalhes
No setor do petróleo e gás, a maior parte do trabalho no terreno é feita por empreiteiros, e a segurança de todos começa no momento em que se escolhe quem vai trabalhar. Este curso explica como se gerem os requisitos de segurança, saúde e ambiente (HSE) ao longo de um contrato. Vai perceber a responsabilidade partilhada entre operadora e empreiteiro, conhecer em termos gerais o modelo de gestão de empreiteiros da IOGP e as suas Regras que Salvam Vidas, e aprender a classificar o risco de um serviço. Vai avaliar a informação HSE de um fornecedor, interpretar indicadores como o LTIF e o TRIR, e conhecer o plano HSE do empreiteiro e o documento de interface. Por fim, vai acompanhar um contrato desde a reunião de arranque e a indução até à avaliação final, com um caso prático. Para fornecedores, empreiteiros e equipas de compras. Com uma perspetiva internacional, empresas fictícias e atividades interativas.
O que vai aprender
- Explicar a responsabilidade partilhada entre operadora e empreiteiro pelo desempenho HSE.
- Avaliar a informação HSE de um fornecedor e os requisitos a incluir no contrato.
- Acompanhar e avaliar o desempenho HSE de um empreiteiro durante o contrato.
Para quem: Fornecedores, empreiteiros, compras
Normas e referências: IOGP Relatório 423 (gestão de empreiteiros) · Regras que Salvam Vidas da IOGP · ISO 45001
Nível 2 Strategic Sourcing e Análise de CategoriasPSC-201 · Intermédio · 5 h Análise de despesa, matriz de Kraljic, estudo do mercado fornecedor e estratégia de sourcing. Matriz de KraljicUNSPSCboas práticas de strategic sourcing Ver detalhes
Comprar bem não é só conseguir um bom preço na próxima encomenda: é decidir, com dados, como a organização deve comprar cada categoria nos próximos anos. Este curso leva-o do papel de comprador operacional ao de gestor de categoria. Vai conhecer o processo de strategic sourcing em seis etapas, construir e interpretar uma análise de despesa por categoria e fornecedor, posicionar categorias na matriz de Kraljic e escolher a abordagem certa para cada quadrante. Vai também estudar o mercado fornecedor com fontes de informação, pedidos de informação (RFI) e as cinco forças de Porter, e elaborar uma estratégia de sourcing com opções, riscos, caso de negócio e plano de implementação. Acompanhe a equipa de compras de uma empresa fictícia de produtos alimentares em casos práticos, um exercício de análise de despesa em Excel e um modelo de estratégia de categoria pronto a usar.
O que vai aprender
- Explicar o processo de strategic sourcing e o seu contributo para o valor da organização.
- Construir e interpretar uma análise de despesa por categoria e por fornecedor.
- Posicionar categorias na matriz de Kraljic e definir a abordagem adequada a cada quadrante.
- Analisar a estrutura e o poder de um mercado fornecedor.
- Elaborar uma estratégia de sourcing com opções, riscos e plano de implementação.
Para quem: Compradores e gestores de categoria
Normas e referências: Matriz de Kraljic · UNSPSC · boas práticas de strategic sourcing
Nível 2 Processos de Concurso: RFI, RFQ, RFP e ITTPSC-202 · Intermédio · 5 h Preparar e conduzir concursos: documentos, prazos, esclarecimentos, abertura de propostas e transparência. Boas práticas internacionais de concursos Ver detalhes
Um concurso mal preparado gera propostas impossíveis de comparar, reclamações de concorrentes e suspeitas sobre a decisão. Este curso ensina-o a preparar e a conduzir concursos de forma profissional, transparente e com igualdade de tratamento. Vai escolher o tipo de consulta adequado a cada situação (pedido de informação, de cotação, de propostas ou concurso formal), montar um dossiê de concurso completo e coerente, gerir prazos, esclarecimentos e adendas, conduzir a receção e a abertura de propostas, em papel ou em plataforma eletrónica, e identificar os riscos de integridade, incluindo sinais de conluio entre concorrentes. Acompanhe a equipa de compras de um banco fictício num concurso de serviços de limpeza e manutenção, com cenários de decisão, uma simulação de plataforma eletrónica, checklists e modelos prontos a usar.
O que vai aprender
- Selecionar o tipo de consulta adequado (RFI, RFQ, RFP, ITT) a cada situação.
- Montar um dossiê de concurso completo e coerente.
- Gerir o período de concurso com igualdade de tratamento entre concorrentes.
- Conduzir a receção e a abertura de propostas com transparência e registo.
- Identificar riscos de integridade num concurso e as medidas que os controlam.
Para quem: Compradores, gestores de contratos
Normas e referências: Boas práticas internacionais de concursos
Nível 2 Avaliação Técnica e Comercial de PropostasPSC-203 · Intermédio · 5 h Critérios e ponderações, avaliação técnica e comercial separadas, normalização de propostas e relatório de adjudicação. Boas práticas internacionais de avaliação de propostasIncoterms® 2020 (ICC) Ver detalhes
A proposta mais barata nem sempre é a melhor, e a melhor nem sempre é a que parece. Este curso ensina-o a avaliar propostas de forma objetiva, fundamentada e defensável. Vai definir critérios de admissão e de pontuação coerentes com a estratégia de compra, avaliar propostas técnicas de forma independente com grelhas e escalas, comparar propostas comerciais em base equivalente (verificação aritmética, desvios, moeda, Incoterms®, condições de pagamento e custo total), calcular a pontuação final com diferentes métodos de pontuação do preço e testar a robustez do resultado. Por fim, vai elaborar o relatório de adjudicação e comunicar os resultados aos concorrentes, incluindo o debriefing aos vencidos. Acompanhe a comissão de avaliação de uma empresa fictícia de engenharia na compra de grupos geradores com manutenção, com dois exercícios em Excel, cenários de decisão e modelos prontos a usar.
O que vai aprender
- Definir critérios de avaliação e ponderações coerentes com a estratégia de compra.
- Avaliar propostas técnicas de forma independente e fundamentada.
- Comparar propostas comerciais em base equivalente.
- Calcular a pontuação final e identificar a proposta economicamente mais vantajosa.
- Elaborar o relatório de adjudicação e comunicar os resultados aos concorrentes.
Para quem: Comissões de avaliação, compradores, técnicos
Normas e referências: Boas práticas internacionais de avaliação de propostas · Incoterms® 2020 (ICC)
Nível 2 Negociação em ComprasPSC-204 · Intermédio · 5 h Preparação, táticas, negociação de preço e de condições, e negociação com fornecedores únicos. Boas práticas internacionais de negociação Ver detalhes
Em compras, a negociação ganha-se sobretudo antes de começar: com factos, alternativas e um plano. Este curso desenvolve as bases do PSC-106 e prepara-o para negociações de compras mais exigentes. Vai preparar uma negociação com análise de custos e de mercado, avaliar o poder de cada parte e a melhor alternativa de ambas (BATNA), e organizar a equipa e o plano. Vai reconhecer as táticas mais usadas por fornecedores, como a ancoragem, o prazo artificial ou a «última oferta», e responder-lhes de forma ética. Vai negociar o preço com base na desagregação de custos, em fórmulas de revisão e índices e em descontos de volume, e negociar condições contratuais como pagamentos, garantias, responsabilidades e níveis de serviço. Por fim, vai aplicar estratégias para negociar com fornecedores únicos e em posição de força. Acompanhe a equipa de compras de uma empresa fictícia de logística em casos práticos, cenários de decisão, um exercício em Excel e um modelo de plano de negociação.
O que vai aprender
- Preparar uma negociação de compras com base em factos, poder relativo e alternativas.
- Reconhecer táticas usadas por fornecedores e responder-lhes de forma ética.
- Negociar o preço com base em custos, índices e alternativas.
- Negociar condições de pagamento, garantias, responsabilidades e níveis de serviço.
- Aplicar estratégias de negociação quando o fornecedor tem mais poder.
Para quem: Compradores e gestores de contratos
Normas e referências: Boas práticas internacionais de negociação
Nível 2 Gestão de Contratos: Administração e Pós-AdjudicaçãoPSC-205 · Intermédio · 6,8 h Mobilização, acompanhamento de obrigações, alterações, garantias, faturação e encerramento do contrato. Boas práticas internacionais de gestão de contratos Ver detalhes
Assinar o contrato é só o princípio: é durante a execução que o valor negociado se ganha ou se perde. Este curso de nível 2 ensina-o a administrar um contrato depois da adjudicação, de forma organizada e defensável. Vai preparar a passagem do concurso à execução, com o plano de gestão do contrato, a matriz de obrigações, a reunião de arranque e os documentos e garantias exigidos antes do início. Vai acompanhar obrigações e desempenho com indicadores (KPI) e níveis de serviço (SLA), relatórios, reuniões, notificações formais e gestão de não conformidades. Vai gerir alterações de âmbito, prazo e preço dentro dos limites do contrato e da delegação de poderes, controlar garantias, adiantamentos, retenções e faturas e, no fim, encerrar o contrato com a reconciliação de contas, a avaliação do fornecedor e as lições aprendidas. Com uma matriz de obrigações e um exercício de faturação em Excel, hotspots, um cenário com decisões e um caso prático. Os exemplos usam empresas e valores fictícios; o que conta é sempre o que o seu contrato e a lei aplicável dizem.
O que vai aprender
- Organizar a passagem do concurso à execução e a mobilização do fornecedor, com um plano de gestão do contrato e uma matriz de obrigações.
- Acompanhar o cumprimento das obrigações e o desempenho do fornecedor com indicadores, níveis de serviço e comunicações formais.
- Gerir pedidos de alteração de âmbito, prazo e preço de acordo com o contrato e a delegação de poderes.
- Controlar garantias, adiantamentos, retenções e faturas ao longo do contrato.
- Encerrar um contrato verificando entregáveis, contas, garantias e lições aprendidas.
Para quem: Gestores e administradores de contratos
Normas e referências: Boas práticas internacionais de gestão de contratos
Nível 2 Qualificação e Desempenho de Fornecedores (SRM)PSC-206 · Intermédio · 5 h Pré-qualificação, auditorias, KPIs e scorecards de fornecedores, planos de melhoria e relação estratégica. ISO 9001ISO 19011 (auditorias)ISO 45001ISO 14001 Ver detalhes
Um fornecedor fraco pode parar uma linha de produção, pôr em causa a segurança ou manchar a reputação de uma empresa. Um fornecedor forte pode ser uma fonte de inovação e de vantagem competitiva. Este curso de nível 2 ensina-o a qualificar e a gerir o desempenho dos fornecedores ao longo de todo o ciclo. Vai pré-qualificar fornecedores segundo critérios técnicos, financeiros, de segurança, saúde e ambiente e de integridade, e manter uma lista de fornecedores aprovados. Vai planear e conduzir uma auditoria a um fornecedor, com uma abordagem alinhada com as orientações da ISO 19011. Vai construir um scorecard com indicadores equilibrados, como as entregas completas e no prazo (OTIF), definir planos de melhoria e decidir quando substituir um fornecedor. E vai aplicar um modelo de gestão da relação com fornecedores estratégicos (SRM). Com uma checklist de pré-qualificação, hotspots, um exercício em Excel, um cenário com decisões e um caso prático. Empresas e valores fictícios.
O que vai aprender
- Pré-qualificar fornecedores segundo critérios técnicos, financeiros, de segurança, saúde e ambiente e de integridade.
- Planear e conduzir uma auditoria a um fornecedor e de redigir as suas constatações.
- Construir um scorecard de fornecedores com indicadores equilibrados, mensuráveis e ponderados.
- Definir um plano de melhoria com um fornecedor, acompanhar a sua execução e decidir quando o substituir.
- Aplicar um modelo de gestão da relação aos fornecedores estratégicos.
Para quem: Compras, qualidade, gestores de contratos
Normas e referências: ISO 9001 · ISO 19011 (auditorias) · ISO 45001 · ISO 14001
Nível 2 Gestão de Inventário e Planeamento de MateriaisPSC-207 · Intermédio · 6,8 h Classificação ABC, pontos de encomenda, stock de segurança, MRP e redução de stock obsoleto. Boas práticas internacionais de gestão de inventários (ABC, EOQ, MRP) Ver detalhes
Stock a mais imobiliza dinheiro e enche armazéns de material que ninguém usa; stock a menos pára a produção e falha aos clientes. Este curso de nível 2 ensina-o a encontrar o equilíbrio com métodos práticos de gestão de inventário e de planeamento de materiais. Vai compreender as funções e os custos do inventário e os indicadores que o medem, como a rotação e a cobertura. Vai classificar artigos com as análises ABC e XYZ e definir políticas por classe. Vai calcular o ponto de encomenda, o stock de segurança para um nível de serviço e a quantidade económica de encomenda (EOQ), conhecendo os seus limites. Vai interpretar um plano de necessidades de materiais (MRP), da lista de materiais às ordens planeadas no sistema de gestão empresarial (ERP). E vai propor ações para reduzir o stock obsoleto e excedentário. Com dois exercícios em Excel, uma simulação passo a passo de um registo MRP, um cenário e um caso prático. Empresa e valores fictícios.
O que vai aprender
- Explicar as funções e os custos do inventário e de calcular os principais indicadores de stock.
- Classificar artigos por valor e variabilidade (ABC e XYZ) e de definir políticas de gestão por classe.
- Calcular o ponto de encomenda, o stock de segurança e a quantidade económica de encomenda.
- Interpretar um plano MRP e o seu papel no planeamento de materiais.
- Propor ações para reduzir e prevenir o stock obsoleto, excedentário e sem movimento.
Para quem: Planeadores de materiais, armazém, compras
Normas e referências: Boas práticas internacionais de gestão de inventários (ABC, EOQ, MRP)
Nível 2 Análise de Custos e Custo Total de Propriedade (TCO)PSC-208 · Intermédio · 5 h Estrutura de custos do fornecedor, análise de preços, custo do ciclo de vida e decisões make-or-buy. ISO 15686-5 (custo do ciclo de vida)TCO Ver detalhes
O preço mais baixo raramente é o mais barato. Este curso de nível 2 ensina-o a olhar para lá do preço, com as ferramentas de análise de custos usadas pelos compradores profissionais e pelo controlo de gestão. Vai decompor o preço de um fornecedor em materiais, mão de obra, custos indiretos, logística e margem, e perceber o seu ponto de equilíbrio. Vai analisar preços com comparações, índices de matérias-primas e de mão de obra, fórmulas de revisão de preços e um modelo should-cost. Vai calcular o custo total de propriedade (TCO) de duas alternativas e o custo do ciclo de vida (LCC) de um ativo, com a noção de valor atual e de taxa de desconto. E vai fundamentar uma decisão de produzir internamente ou comprar (make-or-buy) com custos relevantes e fatores estratégicos. Com três exercícios em Excel, um caso prático e um cenário com decisões. Empresas e valores fictícios.
O que vai aprender
- Decompor o preço de um fornecedor nos seus componentes de custo e de interpretar o seu ponto de equilíbrio.
- Analisar um preço com comparações, índices, fórmulas de revisão e um modelo should-cost.
- Calcular e apresentar o custo total de propriedade de duas alternativas de compra.
- Aplicar o custo do ciclo de vida a equipamentos e ativos, usando a noção de valor atual.
- Fundamentar uma decisão de produzir internamente ou comprar com custos relevantes e fatores estratégicos.
Para quem: Compradores, controlo de gestão
Normas e referências: ISO 15686-5 (custo do ciclo de vida) · TCO
Nível 2 Compras Sustentáveis e Due Diligence na Cadeia de AbastecimentoPSC-209 · Intermédio · 4,3 h Critérios ambientais e sociais, direitos humanos na cadeia de abastecimento e due diligence de fornecedores. ISO 20400 (compras sustentáveis)Princípios Orientadores da ONU sobre Empresas e Direitos HumanosGuia de Due Diligence da OCDEconvenções fundamentais da OIT Ver detalhes
O que compra a sua organização, a quem e em que condições foi produzido? Clientes, investidores, financiadores e legisladores fazem cada vez mais esta pergunta às equipas de compras. Este curso de nível 2 mostra-lhe como integrar a sustentabilidade nas compras e como aplicar a due diligence aos fornecedores: as dimensões ambiental, social e económica e as principais referências internacionais (ISO 20400, Princípios Orientadores da ONU sobre Empresas e Direitos Humanos, Diretrizes da OCDE para Empresas Multinacionais e convenções fundamentais da OIT); critérios ambientais e sociais verificáveis e proporcionais em especificações, avaliação e contratos; os riscos de direitos humanos por categoria e por geografia, incluindo o trabalho infantil e forçado e os minerais de zonas de conflito; e as etapas de um processo de due diligence baseado no risco, com questionários, auditorias, planos de ação corretiva, mecanismos de reclamação e reporte. Com atividades de arrastar e largar, hotspots e um caso prático completo, baseado em referências internacionais. As obrigações legais concretas variam de país para país.
O que vai aprender
- Explicar o conceito de compras sustentáveis e as principais referências internacionais.
- Incluir critérios ambientais e sociais verificáveis e proporcionais em especificações, na avaliação de propostas e em contratos.
- Identificar riscos de violação de direitos humanos em categorias e geografias de compra.
- Aplicar um processo de due diligence baseado no risco aos fornecedores, da identificação dos riscos ao reporte.
Para quem: Compras, ESG, compliance
Normas e referências: ISO 20400 (compras sustentáveis) · Princípios Orientadores da ONU sobre Empresas e Direitos Humanos · Guia de Due Diligence da OCDE · convenções fundamentais da OIT
Nível 2 Contratação Pública: Princípios e Boas Práticas InternacionaisPSC-210 · Intermédio · 6,8 h Princípios da contratação pública, procedimentos, transparência e boas práticas internacionais. Lei-Modelo UNCITRAL de Contratação Pública (2011)Acordo GPA da OMCRecomendação da OCDE sobre Contratação PúblicaMAPSQuadro de Procurement do Banco Mundial Ver detalhes
Como se compra com dinheiro público de forma transparente, concorrencial e eficiente? E o que deve saber um fornecedor que concorre a contratos do Estado? Este curso de nível 2 apresenta as referências internacionais da contratação pública e as boas práticas que partilham: a Lei-Modelo da UNCITRAL sobre Contratação Pública (2011), o Acordo sobre Contratos Públicos (GPA) da OMC, a Recomendação da OCDE sobre Contratação Pública, a metodologia MAPS e o Quadro de Procurement do Banco Mundial. Aprenda a escolher o procedimento adequado, do concurso aberto ao ajuste direto excecional, aos acordos-quadro e aos leilões eletrónicos; a preparar documentos de concurso com especificações neutras e critérios publicados; a avaliar propostas, incluindo as anormalmente baixas, e a adjudicar com notificação e período de espera; a reconhecer os mecanismos de transparência, de impugnação e de integridade, incluindo os sinais de conluio; e a gerir os contratos até ao fim. Com atividades de arrastar e largar, um caso prático, um cenário com decisões e uma checklist descarregável. O curso trata as referências internacionais em termos gerais; os procedimentos, prazos e limiares concretos dependem da lei de cada país e das regras de cada financiador.
O que vai aprender
- Situar as principais referências internacionais de contratação pública e os princípios que partilham.
- Escolher o procedimento de contratação adequado a cada necessidade, justificando as exceções.
- Aplicar boas práticas na preparação dos documentos de concurso, na avaliação de propostas e na adjudicação.
- Identificar os mecanismos de transparência, de impugnação e de integridade de um sistema de contratação pública.
- Aplicar boas práticas de gestão de contratos públicos, das alterações à avaliação final.
Para quem: Entidades públicas e fornecedores do Estado
Normas e referências: Lei-Modelo UNCITRAL de Contratação Pública (2011) · Acordo GPA da OMC · Recomendação da OCDE sobre Contratação Pública · MAPS · Quadro de Procurement do Banco Mundial
Nível 2 Contratação e Gestão de Consultores IndividuaisPSC-211 · Intermédio · 4,3 h Termos de referência, seleção, contratos de consultoria individual, acompanhamento de entregáveis e avaliação. Boas práticas de seleção de consultores (bancos multilaterais de desenvolvimento, em termos gerais) Ver detalhes
Precisa de um especialista para um estudo, uma avaliação ou um apoio técnico de alguns meses? Contratar um consultor individual parece simples, mas um processo mal feito leva a termos de referência vagos, escolhas difíceis de justificar, entregáveis fracos e pagamentos contestados. Este curso de nível 2 acompanha todo o ciclo: decidir quando contratar um consultor individual em vez de uma empresa ou de um funcionário; redigir termos de referência claros e completos, com objetivos, âmbito, entregáveis, calendário, qualificações e supervisão; selecionar de forma transparente, com anúncio, comparação de CV por critérios ponderados, entrevista, referências e verificação de conflitos de interesse; escolher entre honorários por tempo e montante fixo e incluir as cláusulas essenciais do contrato; e acompanhar o trabalho, aprovar entregáveis, ligar os pagamentos aos resultados, gerir atrasos e avaliar o desempenho. Com um modelo de termos de referência, uma grelha de avaliação, um cenário com decisões e um caso prático. As regras de doadores e financiadores são tratadas em termos gerais; confirme sempre as regras aplicáveis ao seu projeto e a lei do seu país.
O que vai aprender
- Decidir quando contratar um consultor individual em vez de uma empresa de consultoria ou de um funcionário.
- Redigir termos de referência claros e completos para um consultor individual.
- Selecionar um consultor individual de forma transparente e de celebrar o contrato adequado.
- Acompanhar entregáveis, aprovar pagamentos e avaliar o desempenho de um consultor individual.
Para quem: Gestores de projeto, RH, compras
Normas e referências: Boas práticas de seleção de consultores (bancos multilaterais de desenvolvimento, em termos gerais)
Nível 2 Cadeia de Abastecimento em Organizações Humanitárias e de DesenvolvimentoPSC-212 · Intermédio · 5 h Compras em emergência e desenvolvimento, regras de doadores, armazenamento e distribuição em contextos difíceis. Manual Esferaprincípios humanitáriosboas práticas de logística humanitária Ver detalhes
Quando uma cheia deixa milhares de famílias sem casa, os bens de que precisam têm de ser comprados, armazenados e distribuídos em dias, e não em meses, sem perder o controlo nem o rasto de cada artigo. Este curso de nível 2 mostra como funciona a cadeia de abastecimento das organizações humanitárias e de desenvolvimento: as fases da resposta, os atores, os princípios humanitários e as normas mínimas do Manual Esfera; as compras de emergência, com pré-posicionamento, acordos-quadro de prontidão, procedimentos simplificados e justificados e kits padrão; as regras de compras e de reporte dos doadores, incluindo a elegibilidade, os limiares, a verificação de fornecedores contra listas de sanções e a documentação de suporte; o armazenamento em contextos difíceis, com armazéns temporários, fichas de stock, guias de remessa e doações em espécie; e a distribuição até à última milha, com registo de beneficiários, pontos de distribuição, transferências monetárias e monitorização pós-distribuição. Com um cenário com decisões, uma checklist de conformidade, hotspots e um caso prático. As regras concretas dependem de cada organização e de cada doador, e as regras de segurança da sua organização prevalecem sempre.
O que vai aprender
- Distinguir a cadeia de abastecimento de emergência da de desenvolvimento e de situar os principais atores, princípios e normas.
- Aplicar procedimentos de compra de emergência sem perder o controlo nem a rastreabilidade.
- Cumprir as regras de compras e de reporte dos doadores, incluindo a verificação de fornecedores e a documentação de suporte.
- Organizar armazéns temporários e o controlo de stock em contexto humanitário.
- Planear a distribuição até aos beneficiários com segurança, dignidade e rastreabilidade.
Para quem: ONG, agências de desenvolvimento, programas financiados por doadores
Normas e referências: Manual Esfera · princípios humanitários · boas práticas de logística humanitária
Nível 2 Incoterms® 2020 na Prática: Casos Reais, Contratos e DocumentosPSC-213 · Intermédio · 5 h Aplicar as regras Incoterms® a casos reais: escolha da regra, contrato de compra e venda, transporte, seguro, desalfandegamento, documentos e prevenção de litígios. Incoterms® 2020 (ICC)Convenção de Viena (CISG) — noçãoInstitute Cargo Clauses Ver detalhes
Já conhece as onze regras Incoterms® 2020 e quer aplicá-las com segurança em operações reais? Este curso de nível 2 parte do essencial e leva-o à prática: escolher e justificar a regra com uma matriz de decisão e o custo total, integrá-la no contrato de compra e venda tratando o que ela não cobre, coordenar o transporte e o seguro, repartir alfândegas, direitos e documentos, evitar as armadilhas de EXW e DDP e prevenir e gerir litígios. Cada módulo estuda casos reais, decididos por tribunais do Reino Unido, dos Estados Unidos, da Alemanha e de Portugal, e acontecimentos marítimos documentados, como o encalhe do Ever Given no Canal do Suez, sempre com a lição aplicável às Incoterms® 2020. Inclui exercícios em Excel e Word com resposta modelo, cenários de decisão e uma checklist de prevenção de litígios. Pré-requisito: PSC-105 (Incoterms® 2020: Conceitos Essenciais) ou conhecimentos equivalentes. O curso explica as regras por palavras próprias, não substitui a publicação oficial da ICC nem aconselhamento jurídico.
O que vai aprender
- Selecionar e justificar a regra Incoterms® adequada a operações reais, comparando custo total, controlo e risco.
- Integrar a regra Incoterms® no contrato de compra e venda, tratando o que a regra não cobre.
- Coordenar o contrato de transporte e o seguro de carga com a regra escolhida.
- Repartir corretamente as formalidades aduaneiras, os direitos e os documentos, evitando as armadilhas de EXW e DDP.
- Prevenir litígios sobre a entrega e o risco e de reagir corretamente quando a carga chega com danos ou atrasada.
Para quem: Compras, logística, trânsitos, comercial, finanças
Normas e referências: Incoterms® 2020 (ICC) · Convenção de Viena (CISG) — noção · Institute Cargo Clauses
Nível 2 Procurement e Contratação em Projetos UpstreamPSC-251 · Intermédio · 6,8 h Planos de contratação, aprovação pelos parceiros, limites de autorização e relação com a concessionária e o regulador. IOGP / práticas da indústriaJOA (modelos da indústria) Ver detalhes
Como se contrata uma sonda, um navio de apoio ou um pacote de serviços de poço num bloco petrolífero partilhado por vários parceiros? Este curso de nível 2 mostra-lhe o processo de contratação de uma operadora upstream de ponta a ponta: do programa de trabalhos e orçamento aprovado ao plano anual de contratação, com prazos de concurso realistas e uma estratégia por pacote; as etapas do procedimento de contratação, da lista de concorrentes à recomendação de adjudicação e às alterações ao contrato; a aprovação pelos parceiros ao abrigo do acordo de operações conjuntas (JOA); a matriz de delegação de poderes e a separação de funções; e a relação com a concessionária nacional e o regulador, incluindo o conteúdo local e a recuperação de custos. Com um exercício em Excel, hotspots, um cenário com decisões e um caso prático, baseado em boas práticas internacionais do setor. O regime concreto varia de país para país e de contrato para contrato.
O que vai aprender
- Elaborar um plano de contratação alinhado com o programa de trabalhos e o orçamento aprovados.
- Aplicar as etapas típicas do procedimento de contratação de uma operadora, da estratégia à adjudicação e às alterações ao contrato.
- Preparar os documentos de contratação para aprovação dos parceiros de acordo com o acordo de operações conjuntas.
- Aplicar a matriz de delegação de poderes e a separação de funções a um processo de contratação.
- Descrever, em termos gerais, as interações com a concessionária nacional e o regulador num processo de contratação.
Para quem: Compras e contratos de operadoras e parceiros
Normas e referências: IOGP / práticas da indústria · JOA (modelos da indústria)
Nível 2 Contratos de Serviços Petrolíferos: Modelos e CláusulasPSC-252 · Intermédio · 6,8 h Preço global, reembolsável e taxa diária; indemnizações recíprocas (knock-for-knock), seguros, responsabilidade e garantias. IOGP / práticas da indústriamodelos de contrato da indústria (LOGIC, IADC) Ver detalhes
Quem paga quando uma grua deixa cair um contentor no convés de uma plataforma? E quando a sonda para à espera de materiais da operadora? Este curso de nível 2 explica os modelos e as cláusulas que fazem um contrato de serviços petrolíferos: preço global, preço unitário, reembolsável e taxa diária, com as taxas de operação, de espera, de reparação e de mudança de local; as indemnizações recíprocas (knock-for-knock), com os grupos da empresa e do empreiteiro, os terceiros, a poluição, o controlo de poço e os danos consequenciais; os seguros, a renúncia de sub-rogação, os limites de responsabilidade e os danos liquidados; as garantias, os KPIs, a força maior, a suspensão e a rescisão; e uma leitura do contrato com olhos de comprador, com uma checklist de revisão. Inclui atividades de arrastar e largar, hotspots, um caso prático e um cenário com decisões. Os modelos da indústria, como os da LOGIC e da IADC, são usados apenas como referência; o efeito de cada cláusula depende da redação e da lei aplicável.
O que vai aprender
- Distinguir os contratos de preço global, reembolsáveis e de taxa diária e escolher o modelo adequado a cada situação.
- Explicar o funcionamento das indemnizações recíprocas (knock-for-knock) e as suas exceções mais comuns.
- Relacionar as cláusulas de seguro com as indemnizações e os limites de responsabilidade do contrato.
- Interpretar as cláusulas de garantia, desempenho, força maior, suspensão e rescisão de um contrato de serviços petrolíferos.
- Analisar um contrato de serviços e identificar riscos e lacunas antes da assinatura.
Para quem: Gestores de contratos, compras, jurídico
Normas e referências: IOGP / práticas da indústria · modelos de contrato da indústria (LOGIC, IADC)
Nível 2 Logística Offshore e Bases de ApoioPSC-253 · Intermédio · 5 h Bases de apoio, navios de abastecimento (PSV), manifestos de carga, mercadorias perigosas e planeamento de transporte. Código IMDG (IMO)DNV 2.7-1 / EN 12079 (contentores offshore)Código ISPSIOGP / práticas da indústria Ver detalhes
Uma sonda offshore consome todos os dias tubulares, fluidos, cimento, água, combustível, alimentos e peças, e devolve resíduos, contentores vazios e equipamento. Tudo passa por uma base de apoio em terra e por navios de abastecimento. Este curso de nível 2 mostra-lhe como funciona esta cadeia: a organização da base de apoio, com cais, armazéns, parque de tubulares, granéis e segurança portuária (Código ISPS); os navios de apoio (PSV, AHTS, embarcações de pessoal), a sua capacidade, o afretamento e a partilha de navios; as unidades de carga offshore certificadas, a amarração, os pesos e os manifestos de carga e de retorno; o transporte de mercadorias perigosas segundo o Código IMDG; e o planeamento do transporte marítimo e aéreo, com prioridades, prazos-limite e indicadores de desempenho. Inclui hotspots, arrastar e largar, uma simulação de software, um cenário com decisões e um caso prático. Não substitui a formação obrigatória em mercadorias perigosas nem os procedimentos da sua instalação.
O que vai aprender
- Descrever as funções e a organização de uma base logística de apoio offshore.
- Planear o uso de navios de apoio de acordo com as necessidades das instalações offshore.
- Preparar a carga e o manifesto de uma viagem de abastecimento, incluindo a carga de retorno.
- Aplicar os princípios do Código IMDG à expedição de mercadorias perigosas para instalações offshore.
- Otimizar o plano de transporte marítimo e aéreo e medir o desempenho logístico.
Para quem: Logística, compras, operações
Normas e referências: Código IMDG (IMO) · DNV 2.7-1 / EN 12079 (contentores offshore) · Código ISPS · IOGP / práticas da indústria
Nível 2 Materiais e Peças de Reserva em Operações PetrolíferasPSC-254 · Intermédio · 5 h Materiais MRO, peças críticas, tubulares (OCTG), preservação, rastreabilidade e certificação de materiais. EN 10204 (certificados 3.1/3.2)API 5CT / API 5DP (OCTG)IOGP / práticas da indústria Ver detalhes
Uma bomba parada à espera de um vedante pode custar dias de produção; um armazém cheio de peças que ninguém usa imobiliza capital durante anos. Este curso ensina-o a gerir materiais e peças de reserva em operações de petróleo e gás com critério técnico. Vai classificar materiais de operação e manutenção (MRO) segundo a criticidade, distinguir peças de seguro e peças de capital e ligá-las ao plano de manutenção. Vai conhecer os tubulares de poço (OCTG) e a informação necessária para os comprar segundo as especificações API 5CT e API 5DP, verificar certificados de materiais segundo a EN 10204 e garantir a rastreabilidade pelo número de corrida. Por fim, vai aplicar rotinas de preservação a equipamentos armazenados e definir níveis de stock para materiais de longo prazo de entrega em operações remotas e offshore. Com casos práticos, uma checklist de preservação e um exercício em Excel.
O que vai aprender
- Classificar materiais e peças de reserva segundo a criticidade para a operação.
- Identificar os tipos de tubulares de poço e a informação necessária para os comprar.
- Verificar a certificação e a rastreabilidade de materiais segundo a EN 10204.
- Aplicar rotinas de preservação a equipamentos e materiais armazenados.
- Definir níveis de stock e parâmetros para materiais de longo prazo de entrega em operações remotas.
Para quem: Planeadores de materiais, armazém, manutenção
Normas e referências: EN 10204 (certificados 3.1/3.2) · API 5CT / API 5DP (OCTG) · IOGP / práticas da indústria
Nível 2 Planos de Conteúdo Local em Concursos e ContratosPSC-255 · Intermédio · 5 h Como pedir, avaliar e acompanhar compromissos de conteúdo local: emprego, formação, compras locais e reporte. Boas práticas internacionais de conteúdo localIOGP / práticas da indústria Ver detalhes
Os compromissos de conteúdo local só criam emprego, competências e negócio para as empresas do país anfitrião se forem bem pedidos, bem avaliados e bem acompanhados. Este curso mostra-lhe como fazê-lo em concursos e contratos do setor do petróleo e gás. Vai aprender a incluir no dossiê de concurso requisitos de emprego, formação, compras locais e transferência de tecnologia claros, mensuráveis e proporcionais ao serviço; a avaliar e pontuar os planos de conteúdo local dos concorrentes, distinguindo compromissos credíveis de promessas vagas e de empresas de fachada; a transformar o plano vencedor num anexo contratual com metas, evidências, incentivos e penalidades; a planear ações de desenvolvimento de fornecedores locais; e a acompanhar, verificar e reportar o desempenho ao longo do contrato. Com uma perspetiva internacional, sem depender da lei de um país em particular, e com modelos, um exercício em Excel e cenários de decisão. Recomenda-se ter concluído o PSC-152.
O que vai aprender
- Incluir requisitos de conteúdo local claros e mensuráveis no dossiê de concurso.
- Avaliar e pontuar os planos de conteúdo local dos concorrentes.
- Transformar o plano de conteúdo local em obrigações contratuais acompanháveis.
- Planear ações de desenvolvimento de fornecedores locais.
- Acompanhar e reportar o desempenho de conteúdo local de um contrato.
Para quem: Compras, contratos, fornecedores
Normas e referências: Boas práticas internacionais de conteúdo local · IOGP / práticas da indústria
Nível 2 Expediting, Inspeção e Controlo de Qualidade de EquipamentosPSC-256 · Intermédio · 5 h Acompanhamento de encomendas críticas, inspeção em fábrica, testes de aceitação (FAT), documentação e entregas. EN 10204 (3.1/3.2)planos de inspeção e ensaio (ITP)IOGP / práticas da indústria Ver detalhes
Um equipamento crítico que chega atrasado, ou que chega a tempo mas com defeitos, pode atrasar um projeto inteiro ou comprometer a segurança de uma instalação. Este curso ensina-o a acompanhar encomendas críticas de equipamentos, desde a adjudicação até à expedição. Vai aprender a planear o expediting segundo o nível de risco, a ler cronogramas de fornecedores e a detetar sinais de atraso; a interpretar planos de inspeção e ensaio (ITP) e os pontos de espera, testemunho e revisão; a preparar e acompanhar ensaios de aceitação em fábrica (FAT), com listas de pendências e aceitação condicional; a gerir a inspeção de terceira parte e a tratar não conformidades e pedidos de derrogação; e a verificar o dossiê de fabrico, emitir a nota de libertação e preparar a embalagem e os documentos de expedição. Com base em boas práticas internacionais do setor do petróleo e gás, com um exercício em Excel, cenários de decisão e checklists descarregáveis.
O que vai aprender
- Planear o expediting de uma encomenda crítica segundo o seu nível de risco.
- Interpretar um plano de inspeção e ensaio e os seus pontos de intervenção.
- Preparar e acompanhar um ensaio de aceitação em fábrica.
- Gerir uma inspeção de terceira parte e tratar não conformidades.
- Verificar a documentação final e libertar o equipamento para expedição.
Para quem: Compras, expediting, qualidade
Normas e referências: EN 10204 (3.1/3.2) · planos de inspeção e ensaio (ITP) · IOGP / práticas da indústria
Nível 3 Gestão Estratégica de CategoriasPSC-301 · Avançado · 10 h Estratégias de categoria de ponta a ponta, planos plurianuais, gestão de partes interessadas e captura de valor. ISO 20400 (compras sustentáveis)boas práticas de gestão de categorias Ver detalhes
A gestão de categorias transforma as compras de uma sequência de concursos numa estratégia de vários anos, construída com as áreas de negócio e medida em valor real. Neste curso avançado acompanha a Sofia, gestora da categoria de manutenção de frota da Nova Rota Logística, uma empresa fictícia, desde o diagnóstico da categoria até à revisão anual da estratégia. Vai organizar o modelo e a governação da gestão de categorias, diagnosticar despesa, procura, mercado e custos, avaliar opções estratégicas e alavancas de valor, construir um plano plurianual, envolver as partes interessadas, implementar a estratégia, medir o valor capturado com a área financeira e rever a estratégia num ciclo de melhoria contínua. Com exercícios em Excel, cenários de decisão, atividades de arrastar e largar, um caso integrado, verificações em cada módulo e modelos para descarregar. Pensado para gestores de categoria e de compras.
O que vai aprender
- Explicar o modelo de gestão de categorias e a sua governação na organização.
- Realizar um diagnóstico completo de uma categoria (despesa, procura, mercado, custos e riscos).
- Avaliar opções estratégicas e alavancas de valor de uma categoria.
- Construir um plano plurianual de categoria com metas e iniciativas.
- Envolver as partes interessadas e gerir resistências à estratégia.
- Implementar a estratégia e medir o valor efetivamente capturado.
- Rever o desempenho de uma estratégia de categoria e atualizá-la.
Para quem: Gestores de categoria e de compras
Normas e referências: ISO 20400 (compras sustentáveis) · boas práticas de gestão de categorias
Nível 3 Gestão de Riscos e Resiliência da Cadeia de AbastecimentoPSC-302 · Avançado · 8,3 h Mapear e avaliar riscos de fornecimento, fontes alternativas, continuidade de negócio e resposta a disrupções. ISO 31000ISO 22301ISO 28000 Ver detalhes
Uma fábrica pode ter os melhores processos do mundo e parar numa semana porque um fornecedor de segundo nível, que ninguém conhecia, deixou de entregar. Neste curso avançado acompanha a Inês, gestora de risco da cadeia de abastecimento da Atlântico Bebidas, uma empresa fictícia de bebidas, enquanto classifica os riscos de fornecimento, mapeia a cadeia para além do primeiro nível, avalia e prioriza riscos com probabilidade, impacto e tempo de recuperação, escolhe estratégias de mitigação proporcionais, integra a cadeia de abastecimento no plano de continuidade de negócio e coordena a resposta a uma disrupção real. Alinhado com as orientações da ISO 31000, da ISO 22301 e da ISO 28000, sem substituir a leitura das normas. Com hotspots, exercícios em Excel, atividades de arrastar e largar, cenários de crise, verificações em cada módulo e modelos para descarregar. Pensado para gestores de compras e de supply chain.
O que vai aprender
- Classificar os riscos de fornecimento e o seu impacto no negócio.
- Mapear fornecedores críticos para além do 1.º nível.
- Avaliar riscos de fornecimento com probabilidade, impacto e tempo de recuperação.
- Selecionar estratégias de mitigação proporcionais ao risco.
- Integrar a cadeia de abastecimento no plano de continuidade de negócio.
- Coordenar a resposta a uma disrupção de fornecimento.
Para quem: Gestores de compras e supply chain
Normas e referências: ISO 31000 · ISO 22301 · ISO 28000
Nível 3 Negociação Avançada e Gestão de Contratos ComplexosPSC-303 · Avançado · 10 h Negociações multi-parte, contratos de longo prazo, alterações, reclamações e resolução de litígios. Boas práticas internacionais de negociação e gestão de contratosmediação e arbitragem internacionais Ver detalhes
Os contratos que mais valor criam, e mais problemas causam, são os longos, complexos e com várias partes. Neste curso avançado acompanha a Marta, diretora de contratos da Rede Hospitalar Horizonte, uma organização fictícia, na negociação e gestão de um contrato de sete anos de manutenção e serviços integrados com um consórcio. Vai preparar negociações com várias partes e vários temas, aplicar a negociação baseada em interesses para criar e repartir valor, estruturar contratos de longo prazo com mecanismos de ajuste e de governação, gerir alterações significativas, avaliar reclamações, escolher o mecanismo de resolução de litígios mais adequado e gerir uma relação em crise, incluindo a saída do contrato. Sem substituir o aconselhamento jurídico, que varia de país para país. Com cenários de decisão, casos práticos, exercícios em Excel com respostas-modelo, verificações em cada módulo e modelos para descarregar.
O que vai aprender
- Preparar negociações com várias partes e vários temas.
- Aplicar a negociação baseada em interesses para criar e repartir valor.
- Estruturar contratos de longo prazo com mecanismos de ajuste e de governação.
- Gerir alterações significativas mantendo o equilíbrio do contrato.
- Avaliar uma reclamação de um fornecedor e preparar a resposta.
- Escolher o mecanismo de resolução de litígios mais adequado a cada situação.
- Gerir uma relação contratual em crise, incluindo a rescisão.
Para quem: Gestores de contratos e de compras
Normas e referências: Boas práticas internacionais de negociação e gestão de contratos · mediação e arbitragem internacionais
Nível 3 Transformação Digital do ProcurementPSC-304 · Avançado · 8,3 h E-procurement, source-to-pay, analytics de despesa, automação e uso responsável de IA nas compras. Princípios de IA da OCDEISO/IEC 42001boas práticas de e-procurement Ver detalhes
A digitalização das compras promete processos mais rápidos, dados fiáveis e equipas livres para o trabalho estratégico, mas muitos projetos acabam em sistemas caros que ninguém usa. Neste curso avançado acompanha a Joana, gestora do programa de transformação digital das compras da Horizonte Serviços, uma empresa fictícia de serviços com operações em vários países. Vai descrever a arquitetura de soluções do source-to-pay, usar ferramentas de e-sourcing e de e-procurement, construir uma análise de despesa fiável a partir de dados de várias fontes, identificar processos a automatizar com controlo interno, avaliar casos de uso de inteligência artificial e os seus riscos, e elaborar um roteiro de transformação com caso de negócio, seleção de solução e gestão da mudança. Alinhado com referências como os Princípios de IA da OCDE e a ISO/IEC 42001, a título de noção. Com simulações passo a passo, exercícios em Excel com respostas-modelo, cenários de decisão, verificações em cada módulo e modelos para descarregar.
O que vai aprender
- Descrever a arquitetura de soluções digitais do source-to-pay.
- Utilizar ferramentas de e-sourcing e de e-procurement em processos de compra.
- Construir uma análise de despesa fiável a partir de dados de várias fontes.
- Identificar processos de compras que podem ser automatizados, mantendo o controlo interno.
- Avaliar casos de uso de IA nas compras e os respetivos riscos.
- Elaborar um roteiro de transformação digital da função compras.
Para quem: Gestores de compras, sistemas
Normas e referências: Princípios de IA da OCDE · ISO/IEC 42001 · boas práticas de e-procurement
Nível 3 Liderança da Função Compras: Organização, KPIs e GovernaçãoPSC-305 · Avançado · 8,3 h Modelo organizativo, políticas e níveis de autorização, KPIs, controlo interno e valor para o negócio. Modelo das três linhas (IIA)COSOISO 20400 (compras sustentáveis) Ver detalhes
Liderar a função compras é muito mais do que gerir uma equipa de compradores: é definir o mandato da função, escolher o modelo organizativo, escrever as regras do jogo, medir o desempenho, garantir controlo e integridade e mostrar à administração o valor que as compras criam. Neste curso avançado acompanha a Nzinga, recém-nomeada diretora de compras do Grupo Meridional, um grupo industrial fictício com fábricas, armazéns e serviços. Vai analisar o posicionamento da função, comparar modelos centralizados, descentralizados e híbridos, rever a política de compras e a matriz de delegação de poderes, construir um painel de indicadores, avaliar os controlos internos do ciclo de compras com o modelo das três linhas e a lógica do COSO, e desenvolver a equipa e o plano estratégico da função. Com casos práticos, cenários de decisão, hotspots, atividades de arrastar e largar, verificações em cada módulo e modelos para descarregar. Pensado para diretores e chefes de compras.
O que vai aprender
- Analisar o posicionamento e o mandato da função compras.
- Escolher o modelo organizativo de compras adequado à organização.
- Rever a política de compras e a matriz de delegação de poderes.
- Construir um painel de indicadores para a função compras.
- Avaliar os controlos internos do ciclo de compras.
- Desenvolver a equipa e demonstrar o valor das compras para o negócio.
Para quem: Diretores e chefes de compras
Normas e referências: Modelo das três linhas (IIA) · COSO · ISO 20400 (compras sustentáveis)
Nível 3 Gestão de Riscos na Contratação de Obras e Serviços de ConstruçãoPSC-306 · Avançado · 8,3 h Identificar e repartir riscos em contratos de construção, modelos contratuais de referência, garantias, alterações e reclamações. FIDIC 2017 (Livros Vermelho, Amarelo e Prata)NEC4 Ver detalhes
Num contrato de construção, cada risco que não foi pensado antes da assinatura acaba por aparecer em obra, sob a forma de alterações, atrasos, reclamações ou disputas. Neste curso avançado acompanha a construção de um centro logístico da Nova Rota Logística, um dono de obra fictício, desde a identificação dos riscos até à resolução das reclamações do empreiteiro. Vai identificar os principais riscos de uma obra, comparar os modelos contratuais de referência internacionais (construção tradicional, conceção-construção, chave na mão; famílias de contratos FIDIC e NEC, em termos gerais), redigir e rever a repartição de riscos, escolher garantias, gerir alterações e atrasos, e tratar reclamações dentro dos procedimentos contratuais. Com casos práticos, cenários de decisão, hotspots, atividades de arrastar e largar, um exercício em Excel e modelos para descarregar. Pensado para donos de obra, gestores de contratos e engenheiros.
O que vai aprender
- Identificar os principais riscos de um contrato de obras e serviços de construção.
- Comparar os modelos contratuais de referência internacionais e a repartição de risco em cada um.
- Redigir ou rever cláusulas de repartição de risco.
- Selecionar as garantias adequadas a um contrato de construção.
- Gerir alterações e atrasos num contrato de construção.
- Tratar reclamações de empreiteiros dentro dos procedimentos contratuais.
Para quem: Donos de obra, gestores de contratos, engenheiros
Normas e referências: FIDIC 2017 (Livros Vermelho, Amarelo e Prata) · NEC4
Nível 3 Contratação Pública EstratégicaPSC-307 · Avançado · 10 h Planeamento estratégico das compras públicas, valor pelo dinheiro, compras sustentáveis e inovação, desempenho e controlo. Lei-Modelo UNCITRAL de Contratação Pública (2011)Acordo GPA da OMCRecomendação da OCDE sobre Contratação PúblicaMAPSQuadro de Procurement do Banco MundialISO 20400 (compras sustentáveis) Ver detalhes
A contratação pública movimenta uma parte muito importante da despesa dos Estados e pode ser usada para muito mais do que cumprir regras: para obter valor pelo dinheiro, apoiar a sustentabilidade, abrir mercados às pequenas e médias empresas, estimular a inovação e reforçar a confiança dos cidadãos. Neste curso avançado acompanha a Agência de Compras Públicas de um país fictício a transformar a contratação pública num instrumento estratégico. Vai planear compras a partir da despesa e das necessidades, aplicar o valor pelo dinheiro, integrar critérios ambientais e sociais, escolher instrumentos de contratação de inovação, construir indicadores de desempenho e reforçar o controlo e a integridade. As referências são internacionais e descritas em termos gerais: a Recomendação da OCDE sobre Contratação Pública, a Lei-Modelo da CNUDCI (UNCITRAL), o Acordo sobre Contratação Pública da OMC, a metodologia MAPS e as práticas do Banco Mundial. Pensado para responsáveis de compras públicas.
O que vai aprender
- Explicar a contratação pública como instrumento estratégico de políticas públicas.
- Elaborar um plano estratégico de compras públicas a partir da despesa e das necessidades.
- Aplicar o conceito de valor pelo dinheiro em decisões de contratação pública.
- Integrar critérios ambientais e sociais em procedimentos públicos.
- Selecionar instrumentos de contratação de inovação.
- Construir indicadores de desempenho de um sistema ou entidade de contratação pública.
- Reforçar o controlo e a integridade ao longo do ciclo de contratação pública.
Para quem: Responsáveis de compras públicas
Normas e referências: Lei-Modelo UNCITRAL de Contratação Pública (2011) · Acordo GPA da OMC · Recomendação da OCDE sobre Contratação Pública · MAPS · Quadro de Procurement do Banco Mundial · ISO 20400 (compras sustentáveis)
Nível 3 Reforma e Capacitação dos Sistemas de Compras PúblicasPSC-308 · Avançado · 8,3 h Avaliar um sistema de compras públicas, planear reformas, reforçar capacidades institucionais e medir resultados. Lei-Modelo UNCITRAL de Contratação Pública (2011)Acordo GPA da OMCRecomendação da OCDE sobre Contratação PúblicaMAPSQuadro de Procurement do Banco Mundial Ver detalhes
Reformar um sistema de compras públicas é muito mais do que aprovar uma nova lei: é avaliar com rigor o sistema existente, escolher prioridades, sequenciar as mudanças, reforçar as instituições, profissionalizar os compradores e medir se os resultados chegam. Neste curso avançado acompanha a Autoridade Reguladora da Contratação Pública de um país fictício ao longo de um processo de reforma. Vai descrever os componentes de um sistema nacional, aplicar a lógica da metodologia MAPS de avaliação de sistemas de compras públicas, planear a reforma com prioridades, sequência e riscos, desenhar um programa de reforço institucional, incluindo a contratação pública eletrónica e os órgãos de recurso, planear a profissionalização dos compradores públicos e construir um quadro de resultados. As referências internacionais (OCDE, MAPS, CNUDCI, OMC, Banco Mundial) são usadas em termos gerais. Pensado para decisores e reguladores de compras públicas.
O que vai aprender
- Descrever os componentes de um sistema nacional de compras públicas.
- Aplicar a lógica da metodologia MAPS à avaliação de um sistema de compras públicas.
- Elaborar um plano de reforma com prioridades, sequência e riscos.
- Desenhar um programa de reforço de capacidades institucionais.
- Planear a profissionalização dos compradores públicos.
- Medir os resultados de uma reforma e garantir a sua continuidade.
Para quem: Decisores e reguladores de compras públicas
Normas e referências: Lei-Modelo UNCITRAL de Contratação Pública (2011) · Acordo GPA da OMC · Recomendação da OCDE sobre Contratação Pública · MAPS · Quadro de Procurement do Banco Mundial
Nível 3 Incoterms® 2020 Avançado: Litígios, Créditos Documentários, Seguro e Carga de ProjetoPSC-309 · Avançado · 8,3 h Estudo aprofundado com casos reais: transferência do risco e da propriedade, cartas de crédito (UCP 600), seguro de carga, carga de projeto e Oil & Gas, litígios e redação de cláusulas. Incoterms® 2020 (ICC)UCP 600 (ICC)Institute Cargo ClausesCISG — noção Ver detalhes
Curso avançado de nível 3 para quem gere compras, logística, trade finance, jurídico comercial ou projetos e precisa de dominar as regras Incoterms® 2020 quando há muito em jogo. Estudo aprofundado, com casos reais decididos por tribunais do Reino Unido e dos Estados Unidos e acontecimentos marítimos documentados: a relação entre risco, propriedade e pagamento; os créditos documentários sujeitos às UCP 600 e a coerência dos documentos com a regra; o seguro de carga com as Institute Cargo Clauses e a avaria grossa; as perturbações logísticas, a sobrestadia e o congestionamento; a carga de projeto, a carga pesada e o Oil & Gas, incluindo bases logísticas e pontos de entrega offshore; a construção de reclamações, prazos e prova; e a redação de cláusulas de entrega completas, com um caso integrador. Inclui exercícios em Excel com resposta modelo e modelos de cláusulas ilustrativos. Pré-requisito: PSC-213 (Incoterms® 2020 na Prática) ou experiência equivalente. O curso explica as regras da ICC por palavras próprias e não substitui a publicação oficial nem o aconselhamento jurídico.
O que vai aprender
- Distinguir e alinhar no contrato a passagem do risco, a transferência da propriedade e o momento do pagamento.
- Alinhar a regra Incoterms®, os documentos e o crédito documentário para evitar discrepâncias.
- Avaliar a cobertura de seguro adequada à regra escolhida e gerir sinistros e avaria grossa.
- Repartir no contrato os custos e riscos de atrasos, congestionamento, desvios e sobrestadia que as regras não resolvem.
- Escolher e redigir a regra e o local de entrega para carga de projeto, carga pesada e fornecimentos Oil & Gas.
- Construir e defender uma reclamação relacionada com a entrega, o risco ou os documentos, respeitando prazos e prova.
- Redigir cláusulas de entrega completas e aplicá-las num caso integrador de ponta a ponta.
Para quem: Gestores de compras e logística, trade finance, jurídico comercial, projetos (incl. Oil & Gas)
Normas e referências: Incoterms® 2020 (ICC) · UCP 600 (ICC) · Institute Cargo Clauses · CISG — noção
Nível 3 Estratégia de Contratação em Grandes Projetos de Capital (EPC/EPCI)PSC-351 · Avançado · 10 h Estratégia de contratação desde o FEED: EPC, EPCI, alianças, pacotes de trabalho, interfaces e gestão de risco. IOGP / práticas da indústriaIOGP JIP33 (especificações normalizadas) Ver detalhes
Num grande projeto de capital do setor do petróleo e gás, a forma como o trabalho é dividido e contratado decide, muitas vezes antes do primeiro corte de aço, se o projeto cumpre o orçamento e o prazo. Neste curso avançado acompanha o Projeto Coral, um desenvolvimento offshore fictício, desde o FEED até à mobilização do empreiteiro. Vai relacionar as fases do projeto com as decisões de contratação, preparar o mercado durante o FEED, comparar os modelos EPC, EPCI, EPCm, contratos por disciplina e alianças, dividir o âmbito em pacotes de trabalho, controlar interfaces, repartir riscos entre a operadora e os empreiteiros e planear o concurso e a transição para a execução. Com cenários de decisão, casos práticos, hotspots, atividades de arrastar e largar, verificações em cada módulo e modelos para descarregar. Pensado para gestores de projeto, de contratos e de compras do setor.
O que vai aprender
- Relacionar as fases de um projeto de capital com as decisões de contratação.
- Preparar a contratação durante o FEED e envolver o mercado fornecedor.
- Comparar os principais modelos de contratação de grandes projetos (EPC, EPCI, EPCm, contratos por disciplina e alianças).
- Definir a estratégia de contratação e a divisão do âmbito em pacotes de trabalho.
- Identificar e controlar as interfaces entre pacotes e empreiteiros.
- Repartir os riscos do projeto entre a operadora e os empreiteiros.
- Planear o concurso e a transição para a execução de um contrato EPC/EPCI.
Para quem: Gestores de projeto, contratos e compras do setor
Normas e referências: IOGP / práticas da indústria · IOGP JIP33 (especificações normalizadas)
Nível 3 Contratos Petrolíferos: Alterações, Reclamações e DisputasPSC-352 · Avançado · 10 h Ordens de alteração, reclamações de empreiteiros, prova e documentação, negociação e resolução de disputas. IOGP / práticas da indústriaSCL Delay and Disruption Protocolarbitragem internacional Ver detalhes
Num contrato de serviços petrolíferos, uma sonda parada à espera de materiais ou um navio de instalação retido por mau tempo pode custar, em poucos dias, mais do que muitos contratos inteiros. Neste curso avançado acompanha o Projeto Âmbar, uma campanha fictícia de perfuração e ligação submarina, e aprende a gerir alterações, reclamações e disputas de forma profissional. Vai distinguir alterações formais, construtivas e de âmbito, processar ordens de alteração do pedido à aprovação, analisar reclamações de empreiteiros, organizar a prova com relatórios diários, registos de navios e análise de atrasos (com o SCL Delay and Disruption Protocol como referência), negociar com base em direitos e interesses, escolher a via de resolução prevista no contrato e aplicar práticas que previnem disputas. Com casos práticos, cenários de decisão, exercícios em Excel e modelos para descarregar. Pensado para gestores de contratos, juristas e gestores de projeto do setor.
O que vai aprender
- Distinguir alterações formais, construtivas e de âmbito em contratos petrolíferos.
- Processar uma ordem de alteração do pedido à aprovação.
- Analisar uma reclamação de um empreiteiro de serviços petrolíferos.
- Organizar a documentação de prova para defender ou negociar uma reclamação.
- Negociar a resolução de uma reclamação com base em direitos e interesses.
- Escolher a via de resolução de disputas prevista no contrato.
- Aplicar práticas que reduzem alterações, reclamações e disputas.
Para quem: Gestores de contratos, jurídico, projeto
Normas e referências: IOGP / práticas da indústria · SCL Delay and Disruption Protocol · arbitragem internacional
Nível 3 Cadeia de Abastecimento Upstream: Planeamento Integrado e Redução de CustosPSC-353 · Avançado · 8,3 h Planeamento integrado de atividades, partilha de recursos entre operadoras, otimização logística e redução de custos. IOGP / práticas da indústriaIOGP JIP33 Ver detalhes
Numa operação offshore, uma sonda parada à espera de uma peça, um navio que navega meio vazio ou um helicóptero com lugares livres custam dinheiro todos os dias. Neste curso avançado acompanha a Oceânica Petróleo, uma operadora fictícia com vários campos offshore e uma base de apoio, e aprende a reduzir o custo da cadeia de abastecimento upstream sem comprometer a segurança. Vai identificar os fatores de custo (sondas, navios, helicópteros, serviços de poço, tempo não produtivo), compreender o planeamento integrado de atividades e os seus níveis, ligar o plano de atividades ao planeamento de materiais, avaliar a partilha de recursos entre operadoras, otimizar o transporte marítimo e aéreo e desenhar um programa de redução de custos sustentável. Com casos práticos, cenários de decisão, exercícios em Excel e modelos para descarregar. Pensado para gestores de supply chain e de operações.
O que vai aprender
- Identificar os principais fatores de custo da cadeia de abastecimento upstream.
- Explicar os níveis e o processo do planeamento integrado de atividades.
- Ligar o plano integrado ao planeamento de materiais e serviços.
- Avaliar oportunidades de partilha de recursos entre operadoras.
- Otimizar o transporte marítimo e aéreo e a utilização da base.
- Desenhar um programa de redução de custos sustentável.
Para quem: Gestores de supply chain e operações
Normas e referências: IOGP / práticas da indústria · IOGP JIP33
Recursos Humanos
Nível 1 Introdução à Gestão de Recursos HumanosRHU-101 · Fundamentos · 2,5 h Visão geral dos processos de RH: recrutamento, gestão administrativa, formação e desempenho. Convenções fundamentais da OITISO 30414 (reporte de capital humano) Ver detalhes
O que fazem, afinal, os recursos humanos? Neste curso, acompanha a Ana nas primeiras semanas como técnica de RH numa empresa com escritório, fábrica e estaleiros. Percebe como a função evoluiu do departamento de pessoal para a gestão de pessoas, qual é a sua missão e como se pode organizar, com a noção do modelo de três pilares. Segue o ciclo de vida do colaborador, da atração à saída, e os momentos que marcam a sua experiência. Conhece os principais processos de RH, com as suas entradas e saídas, e aprende a distinguir o que cabe às chefias e o que cabe aos RH, com a matriz RACI, políticas claras, ética e confidencialidade. Tem como referência as normas da OIT e lembra que a lei laboral varia de país para país. Com imagens interativas, exercícios de arrastar e largar e cenários de decisão.
O que vai aprender
- Explicar o contributo da função de recursos humanos para as pessoas e para os resultados da organização.
- Descrever as etapas do ciclo de vida do colaborador e o papel dos recursos humanos em cada uma.
- Classificar os principais processos de recursos humanos e as respetivas entradas e saídas.
- Distinguir o que cabe aos recursos humanos e o que cabe às chefias na gestão de pessoas, usando uma matriz de responsabilidades.
Para quem: Técnicos de RH, chefias, quem inicia funções em RH
Normas e referências: Convenções fundamentais da OIT · ISO 30414 (reporte de capital humano)
Nível 1 Direito do Trabalho: Fundamentos e Normas da OITRHU-102 · Fundamentos · 2,5 h Contrato, direitos e deveres, tempo de trabalho, férias e cessação à luz das convenções fundamentais da OIT. Convenções fundamentais da OIT Ver detalhes
Que direitos e deveres nascem de um contrato de trabalho? Neste curso, acompanha a equipa de uma empresa de logística e conhece os fundamentos do direito do trabalho em termos internacionais. Aprende o que distingue um contrato de trabalho de uma prestação de serviços, os tipos de contrato, o período experimental e a forma do contrato. Distingue os deveres do empregador e do trabalhador, os limites do poder disciplinar e o princípio da igualdade e da não discriminação. Aplica as regras gerais sobre horário, horas extra, férias e faltas num caso prático e fica com uma visão geral da remuneração e das formas de cessação do contrato. Tem como referência as convenções e recomendações da OIT e lembra que os detalhes dependem sempre da lei aplicável. Não substitui o aconselhamento jurídico.
O que vai aprender
- Identificar os tipos e os elementos do contrato de trabalho e de o distinguir da prestação de serviços.
- Distinguir os direitos e os deveres do empregador e do trabalhador, incluindo os limites do poder disciplinar e o princípio da não discriminação.
- Aplicar as regras gerais sobre horário, horas extra, férias e faltas, com base nas normas da OIT e na lei aplicável.
- Reconhecer as regras gerais de remuneração e as formas de cessação do contrato, bem como os direitos na cessação.
Para quem: RH, chefias, colaboradores
Normas e referências: Convenções fundamentais da OIT
Nível 1 Processamento Salarial: Conceitos BásicosRHU-103 · Fundamentos · 3,5 h Estrutura do recibo de vencimento, remunerações, retenção de imposto e contribuições sociais (exemplos ilustrativos). Convenções fundamentais da OITISO 30414 (reporte de capital humano) Ver detalhes
Quer perceber, e calcular, um recibo de vencimento do princípio ao fim? Neste curso, acompanha a Inês nos primeiros meses numa equipa de processamento salarial. Aprende a ler todas as linhas de um recibo, a calcular valores proporcionais, subsídios de férias e de Natal, horas extra e faltas, a aplicar uma tabela progressiva de imposto pelos dois métodos e a calcular as contribuições do trabalhador e do empregador para a segurança social. No fim, processa salários completos, do bruto ao líquido, e aprende a verificar, a reconciliar, a evitar os erros mais comuns, incluindo tentativas de fraude, e a corrigi-los com transparência. Inclui exercícios em Excel para descarregar. Todas as taxas e regras são ilustrativas e não correspondem a nenhum país: no trabalho, aplique sempre a lei do seu país.
O que vai aprender
- Interpretar todas as linhas de um recibo de vencimento.
- Calcular valores proporcionais, subsídios de férias e de Natal, horas extra e descontos por faltas.
- Calcular a retenção na fonte com uma tabela progressiva de escalões.
- Calcular as contribuições do trabalhador e da entidade empregadora para a segurança social.
- Processar um salário completo do bruto ao líquido, verificando o resultado e identificando os erros mais comuns.
Para quem: Técnicos de RH e de processamento salarial
Normas e referências: Convenções fundamentais da OIT · ISO 30414 (reporte de capital humano)
Nível 1 Prevenção do Assédio no Local de TrabalhoRHU-104 · Fundamentos · 1,8 h Identificar, prevenir e reportar situações de assédio moral e sexual. Convenção OIT C190 (violência e assédio) Ver detalhes
Todas as pessoas têm direito a trabalhar com dignidade e respeito. Neste curso, aprende a reconhecer as formas de assédio moral e sexual, também no mundo digital, e a distinguir comportamentos aceitáveis de comportamentos inaceitáveis. Descobre o que fazer se for alvo, como intervir em segurança como testemunha, com a abordagem dos cinco D, e qual é o papel das chefias. Fica a conhecer os canais de denúncia, a confidencialidade, a proteção contra a retaliação e as etapas de uma investigação justa. Com base na Convenção 190 e na Recomendação 206 da OIT, com cenários interativos em escritórios, lojas, armazéns e centros de contacto, e uma checklist para descarregar. Respeito é trabalho de todos.
O que vai aprender
- Reconhecer as formas de assédio moral e sexual, incluindo o assédio digital, com base na definição da Convenção 190 da OIT.
- Distinguir comportamentos aceitáveis de comportamentos inaceitáveis no local de trabalho.
- Agir adequadamente como alvo, testemunha ou chefia perante uma situação de assédio.
- Usar os canais de denúncia e de explicar a confidencialidade, a proteção contra a retaliação e as etapas de uma investigação.
- Indicar onde procurar ajuda, dentro e fora da organização.
Para quem: Técnicos e gestores de RH, chefias e colaboradores
Normas e referências: Convenção OIT C190 (violência e assédio)
Nível 1 Recrutar Bem: Guia Essencial para ChefiasRHU-105 · Fundamentos · 1,8 h Definir a necessidade, escrever o anúncio, triar candidaturas e decidir com critérios justos. Convenção OIT C111 (discriminação)ISO 30405 (recrutamento) Ver detalhes
Vai contratar alguém para a sua equipa? Neste curso, acompanha um supervisor de um centro de contacto e uma técnica de recrutamento desde o anúncio antigo até à contratação certa. Aprende a decidir se a vaga deve ser substituída, redistribuída ou transformada, a descrever a função e a definir um perfil com requisitos essenciais e desejáveis e competências observáveis. Escreve um anúncio claro e inclusivo, alinhado com a Convenção 111 da OIT, escolhe os canais e tria as candidaturas com uma grelha definida à partida. Por fim, decide com uma matriz de decisão, pede referências, evita a contratação por simpatia, comunica a decisão a todos os candidatos e protege os seus dados. Inclui uma checklist e modelos para descarregar.
O que vai aprender
- Decidir se uma vaga deve ser preenchida e de definir o perfil com critérios objetivos.
- Redigir um anúncio claro e inclusivo e de triar candidaturas com critérios definidos à partida.
- Tomar uma decisão de contratação fundamentada, com uma matriz de decisão, e de a comunicar corretamente a todos os candidatos.
- Reconhecer e evitar práticas discriminatórias e a contratação por simpatia, protegendo os dados dos candidatos.
Para quem: Chefias que participam em recrutamento
Normas e referências: Convenção OIT C111 (discriminação) · ISO 30405 (recrutamento)
Nível 1 A Entrevista de Seleção: Técnicas para EntrevistadoresRHU-106 · Fundamentos · 2,5 h Preparar e conduzir entrevistas estruturadas e comportamentais, evitar enviesamentos e registar a avaliação. Convenção OIT C111 (discriminação)ISO 30405 (recrutamento) Ver detalhes
Uma boa contratação começa numa boa entrevista. Neste curso para chefias e técnicos de recursos humanos, aprende a preparar a entrevista de seleção, com perfil, competências, guião, escala de avaliação e painel, e a conduzi-la de forma estruturada, com perguntas comportamentais, o método STAR e perguntas situacionais. Fica a conhecer os enviesamentos mais comuns do entrevistador, como o efeito de halo, a semelhança, a primeira impressão e o contraste, e as perguntas que deve evitar e como reformulá-las, com base no princípio da não discriminação da Convenção n.º 111 da OIT. Por fim, aprende a tomar notas, pontuar, chegar a consenso e decidir com uma matriz comparativa em Excel, a dar feedback aos candidatos e a proteger os registos. Inclui cenários com decisões, uma checklist e modelos para descarregar.
O que vai aprender
- Preparar uma entrevista de seleção com perfil, competências, guião, escala de avaliação, painel e logística definidos.
- Conduzir uma entrevista estruturada com perguntas comportamentais, usando o método STAR, e perguntas situacionais.
- Reconhecer os enviesamentos mais comuns do entrevistador e de evitar e reformular perguntas discriminatórias.
- Registar a avaliação por competência, conduzir a reunião de consenso e usar uma matriz comparativa para fundamentar a decisão.
- Dar feedback aos candidatos e de conservar e proteger os registos de recrutamento.
Para quem: Chefias e técnicos de RH
Normas e referências: Convenção OIT C111 (discriminação) · ISO 30405 (recrutamento)
Nível 1 Diversidade, Equidade e Inclusão no TrabalhoRHU-107 · Fundamentos · 1,8 h Enviesamentos inconscientes, não discriminação, inclusão no dia a dia e o papel de cada pessoa. Convenções OIT C100 (igualdade de remuneração) e C111 (discriminação) Ver detalhes
A diversidade é um facto; a inclusão é uma escolha de todos. Neste curso para todos os colaboradores e chefias, aprende a distinguir diversidade, igualdade, equidade e inclusão e a reconhecer a discriminação direta e indireta, com base nas Convenções n.º 100 e n.º 111 da OIT. Descobre como funcionam os enviesamentos inconscientes e os estereótipos, como influenciam reuniões, tarefas e promoções, e o que são microagressões e porque pesam tanto. Pratica formas de intervir com respeito, como testemunha e quando o erro é seu. Por fim, aplica comportamentos inclusivos no dia a dia: dar voz a todos, linguagem inclusiva, adaptações razoáveis, o papel das chefias e como reportar discriminação. Com cenários com decisões, um exercício de reflexão e um plano pessoal para descarregar.
O que vai aprender
- Distinguir diversidade, igualdade, equidade e inclusão e de explicar porque importam no trabalho.
- Explicar o princípio da não discriminação e da igualdade de remuneração com base nas Convenções n.º 100 e n.º 111 da OIT.
- Reconhecer enviesamentos inconscientes, estereótipos e microagressões em situações do dia a dia.
- Intervir com respeito perante uma microagressão, como testemunha ou como autor.
- Aplicar comportamentos inclusivos na equipa e de indicar como reportar uma situação de discriminação.
Para quem: Todos os colaboradores e chefias
Normas e referências: Convenções OIT C100 (igualdade de remuneração) e C111 (discriminação)
Nível 1 Administração de Pessoal e Registos de RHRHU-108 · Fundamentos · 2,5 h Processo individual, contratos, assiduidade, arquivo e proteção dos dados pessoais dos colaboradores. Código de práticas da OIT sobre a proteção dos dados pessoais dos trabalhadoresRGPD (referência internacional) Ver detalhes
Salários certos, contratos renovados a tempo e dados protegidos dependem de uma boa administração de pessoal. Neste curso para técnicos administrativos e de recursos humanos, aprende a organizar o processo individual do colaborador, sabendo o que deve e o que não deve constar, e a registar admissões, alterações contratuais, mobilidade interna, declarações e saídas de forma rastreável, com um mapa de prazos. Mantém registos fiáveis de presenças, férias, ausências e horas extraordinárias e prepara o fecho mensal para o processamento salarial, num exercício prático em Excel. Por fim, aplica regras de arquivo físico e digital, prazos de conservação, acesso restrito e proteção de dados sensíveis, com base nos princípios do RGPD como referência internacional e no Código de Práticas da OIT. Inclui cenários, checklists e modelos para descarregar.
O que vai aprender
- Organizar o processo individual de um colaborador com os documentos necessários e sem dados indevidos.
- Registar admissões, alterações contratuais, movimentos internos e saídas de forma correta e rastreável, controlando os prazos.
- Emitir declarações com a informação estritamente necessária e de recusar pedidos de terceiros sem autorização.
- Manter registos de presenças, férias, ausências e horas extraordinárias fiáveis e de preparar o fecho mensal para o processamento salarial.
- Aplicar regras de arquivo, conservação, acesso restrito e proteção dos dados pessoais dos colaboradores, com base nos princípios do RGPD e no Código de Práticas da OIT.
Para quem: Técnicos administrativos e de RH
Normas e referências: Código de práticas da OIT sobre a proteção dos dados pessoais dos trabalhadores · RGPD (referência internacional)
Nível 1 Saúde Mental e Bem-estar no Trabalho: Guia para ChefiasRHU-109 · Fundamentos · 1,8 h Sinais de alerta, conversas de apoio, prevenção do burnout e encaminhamento para ajuda. ISO 45003 (saúde psicológica no trabalho)Diretrizes da OMS sobre saúde mental no trabalho (2022) Ver detalhes
As chefias estão perto das pessoas, organizam o trabalho e são, muitas vezes, as primeiras a notar que algo não está bem. Neste curso para chefias e recursos humanos, percebe a relação entre o trabalho e a saúde mental, conhece os riscos psicossociais e o papel das chefias, com referência às diretrizes da OMS de 2022 e à ISO 45003, e aprende a combater o estigma. Pratica a reconhecer sinais de alerta e a conduzir uma conversa de apoio: escolher o momento, perguntar e escutar sem julgar, o que dizer e o que evitar, a confidencialidade e os seus limites, e o que fazer numa situação de crise. Por fim, aplica medidas de prevenção do burnout, propõe ajustes razoáveis, encaminha para apoio especializado e acompanha o regresso ao trabalho. Com cenários com decisões e uma checklist para descarregar. Não substitui o apoio de profissionais de saúde.
O que vai aprender
- Explicar a relação entre o trabalho e a saúde mental e de identificar os principais riscos psicossociais na equipa.
- Descrever o papel das chefias na saúde mental, com referência às diretrizes da OMS (2022) e à ISO 45003, e de contribuir para reduzir o estigma.
- Reconhecer sinais de alerta e de conduzir uma conversa de apoio, respeitando a confidencialidade e os seus limites.
- Agir adequadamente perante uma situação de crise, procurando ajuda imediata.
- Aplicar medidas de prevenção do burnout, propor ajustes razoáveis, encaminhar para apoio especializado e acompanhar o regresso ao trabalho.
Para quem: Chefias e RH
Normas e referências: ISO 45003 (saúde psicológica no trabalho) · Diretrizes da OMS sobre saúde mental no trabalho (2022)
Nível 2 Recrutamento e Seleção por CompetênciasRHU-201 · Intermédio · 5 h Descrição de funções, triagem, entrevistas estruturadas e decisão de contratação. Convenções fundamentais da OITISO 30414 (reporte de capital humano) Ver detalhes
Um mau recrutamento custa tempo, dinheiro e motivação à equipa, e quase sempre começa antes do anúncio: numa função mal definida, num perfil vago ou numa entrevista improvisada. Neste curso de nível 2 aprende a recrutar e selecionar por competências, do pedido da chefia à proposta de contratação: analisar a função e construir um perfil de competências com indicadores observáveis, escolher os canais e redigir anúncios que atraem as pessoas certas, fazer a triagem curricular e usar testes de forma objetiva, incluindo os cuidados com a inteligência artificial na triagem, conduzir entrevistas estruturadas com o método STAR, um guião e uma escala de avaliação, reduzir enviesamentos e decidir com uma matriz ponderada. Acompanha a Inês, técnica de recursos humanos de uma empresa fictícia de serviços técnicos, num recrutamento completo. Inclui um modelo de perfil para descarregar, um caso prático, uma atividade de arrastar e largar, um cenário de entrevista com decisões e um exercício em Excel com resposta modelo. Alinhado com as convenções fundamentais da OIT sobre não discriminação; as regras concretas de cada país devem ser confirmadas na legislação laboral e de proteção de dados aplicável.
O que vai aprender
- Definir a necessidade de recrutamento e construir o perfil de competências da função, com requisitos legítimos e um orçamento.
- Escolher os canais de atração adequados e redigir anúncios claros, inclusivos e eficazes.
- Fazer a triagem de candidaturas e escolher testes de forma objetiva, usando ferramentas de IA com supervisão humana.
- Conduzir entrevistas estruturadas por competências, com o método STAR, um guião e uma escala de avaliação, controlando os enviesamentos.
- Tomar a decisão de contratação com uma matriz ponderada, verificar referências, apresentar a proposta e comunicar com os candidatos não selecionados.
Para quem: Técnicos de RH e recrutadores
Normas e referências: Convenções fundamentais da OIT · ISO 30414 (reporte de capital humano)
Nível 2 Processamento Salarial: Cálculo, Controlo e ObrigaçõesRHU-202 · Intermédio · 6,8 h Cálculo completo de salários, subsídios, retenções e contribuições, controlo e reconciliação salarial. Convenções fundamentais da OITISO 30414 (reporte de capital humano) Ver detalhes
Um processamento salarial certo não acontece por acaso: depende de datas de corte respeitadas, dados mestre corretos, regras de cálculo bem aplicadas e controlos que apanham os erros antes de o dinheiro sair do banco. Neste curso de nível 2, que aprofunda o RHU-103 (Processamento Salarial: Conceitos Básicos), percorre o ciclo mensal completo: preparar o calendário e validar as entradas; calcular horas extraordinárias, trabalho noturno, prémios, faltas, proporcionais de admissão e de saída e retroativos; aplicar retenções, contribuições e descontos voluntários e judiciais dentro dos limites que protegem o salário, em linha com a Convenção n.º 95 da OIT; comparar com o mês anterior, reconciliar com a contabilidade e com o banco e reconhecer sinais de fraude; e fechar o ciclo com os pagamentos, os recibos, as obrigações declarativas e o arquivo. Acompanha a Fernanda, técnica de processamento salarial de uma empresa fictícia de logística, ao longo de um mês de trabalho. Inclui uma checklist e um calendário para descarregar, três exercícios em Excel com resposta modelo e um caso integrado. As taxas e as regras usadas nos exemplos são ilustrativas: as regras reais de cálculo, as taxas e os prazos declarativos variam de país para país e devem ser confirmados na legislação aplicável.
O que vai aprender
- Organizar o calendário e validar os dados de entrada de um processamento salarial mensal.
- Calcular remunerações variáveis, ausências, proporcionais de admissão e de saída, retroativos e acertos de meses anteriores.
- Calcular descontos obrigatórios, voluntários e judiciais, verificando as bases de incidência e os limites que protegem o salário.
- Aplicar controlos ao processamento e reconciliar os resultados com a contabilidade e com os pagamentos bancários, reconhecendo sinais de fraude.
- Concluir o ciclo do processamento com os pagamentos, os recibos, as obrigações declarativas, o fecho e o arquivo.
Para quem: Técnicos de processamento salarial
Normas e referências: Convenções fundamentais da OIT · ISO 30414 (reporte de capital humano)
Nível 2 Avaliação de Desempenho e Gestão por ObjetivosRHU-203 · Intermédio · 5 h Desenhar e conduzir ciclos de avaliação, definir objetivos SMART e dar feedback. Convenções fundamentais da OITISO 30414 (reporte de capital humano) Ver detalhes
Para muitas equipas, a avaliação de desempenho é um formulário preenchido à pressa em dezembro, com notas que surpreendem e conversas que ninguém quer ter. Não tem de ser assim. Neste curso de nível 2 aprende a gerir o desempenho ao longo de todo o ano: explicar para que serve e quem faz o quê; definir objetivos SMART alinhados com a equipa e a organização, com a lógica da gestão por objetivos e uma noção de OKR, ponderação e competências comportamentais; acompanhar o progresso com conversas regulares, ajustar objetivos quando o contexto muda e registar evidências; avaliar com escalas e descritores claros, autoavaliação e uma noção de avaliação 360°, reduzindo enviesamentos como a recência, a leniência, a tendência central e o efeito de halo, com sessões de calibração e sem discriminação; e ligar os resultados ao desenvolvimento, à formação, à remuneração e à progressão, incluindo os planos de melhoria e o recurso da avaliação. Acompanha a Sofia, técnica de recursos humanos, e o Carlos, chefe de uma equipa de projetos, numa empresa fictícia de engenharia, ao longo de um ciclo anual completo. Inclui um vídeo curto com quiz, uma atividade de arrastar e largar, um cenário de decisões, um caso prático de avaliação e uma checklist com modelos para descarregar. Alinhado com as convenções fundamentais da OIT sobre não discriminação e igualdade de remuneração; as regras concretas de cada país devem ser confirmadas na legislação laboral e de proteção de dados aplicável.
O que vai aprender
- Explicar os objetivos e o ciclo anual da gestão do desempenho e os papéis do colaborador, da chefia e dos RH.
- Definir objetivos SMART, quantitativos e qualitativos, ponderados e alinhados com os objetivos da equipa e da organização.
- Acompanhar o progresso dos objetivos ao longo do ano, ajustá-los quando o contexto muda e registar evidências do desempenho.
- Avaliar o desempenho com escalas e descritores claros, reduzindo enviesamentos e participando em sessões de calibração.
- Ligar os resultados da avaliação ao desenvolvimento e às decisões de RH, incluindo planos de melhoria, recurso e confidencialidade.
Para quem: RH e chefias
Normas e referências: Convenções fundamentais da OIT · ISO 30414 (reporte de capital humano)
Nível 2 Onboarding e Integração de Novos ColaboradoresRHU-204 · Intermédio · 4,3 h Criar programas de acolhimento que aceleram a produtividade e a retenção. Convenções fundamentais da OITISO 30414 (reporte de capital humano) Ver detalhes
Recrutar bem não chega: o que acontece nas primeiras semanas decide se o novo colaborador fica, se se sente parte da equipa e quanto tempo demora a dar o seu melhor. Neste curso, destinado a profissionais de RH e chefias, vai acompanhar a integração de um novo técnico numa empresa fictícia, desde a aceitação da proposta até ao fim dos primeiros 90 dias. Aprenda a explicar o impacto do onboarding na retenção e no desempenho, a trabalhar as quatro dimensões da integração (conformidade, clarificação, cultura e ligação) e a definir os papéis dos RH, da chefia e do padrinho. Prepare a chegada com uma checklist e um plano de integração, organize um primeiro dia e uma primeira semana acolhedores e produtivos, com segurança desde o primeiro momento, e acompanhe a integração com objetivos a 30, 60 e 90 dias e reuniões regulares. Por fim, meça os resultados com um inquérito de integração e indicadores simples, como a rotação precoce e o tempo até à produtividade, num exercício prático em Excel. Com base em boas práticas internacionais; adapte sempre à legislação laboral do seu país.
O que vai aprender
- Explicar o impacto da integração na retenção e no desempenho dos novos colaboradores.
- Descrever as quatro dimensões do onboarding e os papéis dos RH, da chefia, do padrinho e do próprio colaborador.
- Preparar a chegada de um novo colaborador antes do primeiro dia, com uma checklist e um plano de integração.
- Organizar um primeiro dia e uma primeira semana acolhedores, seguros e produtivos.
- Acompanhar a integração durante 90 dias, com objetivos, reuniões de acompanhamento e a preparação do fim do período experimental.
- Medir os resultados da integração com um inquérito e indicadores de rotação precoce, tempo até à produtividade e satisfação.
Para quem: RH e chefias
Normas e referências: Convenções fundamentais da OIT · ISO 30414 (reporte de capital humano)
Nível 2 Procedimento Disciplinar e Cessação do Contrato de TrabalhoRHU-205 · Intermédio · 5 h Etapas do processo disciplinar, formas de cessação e cálculo de compensações. Convenção OIT C158 Ver detalhes
Infrações, decisões difíceis e saídas de colaboradores fazem parte da gestão de pessoas, e a forma como se age conta tanto como a decisão. Neste curso, destinado a RH, chefias e juristas, vai trabalhar com princípios e boas práticas internacionais, tendo como referência as normas da Organização Internacional do Trabalho, incluindo a Convenção n.º 158 sobre a cessação da relação de trabalho. Aprenda a explicar a finalidade e os limites do poder disciplinar e os princípios da legalidade, da proporcionalidade, do contraditório e da igualdade de tratamento; a ordenar as etapas de um procedimento disciplinar, da recolha de provas à decisão fundamentada; a conduzir a audição do trabalhador e a escolher uma medida proporcional num cenário com decisões; a distinguir as formas de cessação do contrato (caducidade, acordo, demissão, despedimento disciplinar e por motivos económicos ou de organização); e a gerir a saída de um colaborador com respeito, da conversa de cessação à entrevista de saída. O curso não substitui a lei do seu país nem aconselhamento jurídico: prazos, sanções e formalidades devem ser sempre confirmados na legislação aplicável (para Angola, consulte o curso RHU-305).
O que vai aprender
- Explicar a finalidade corretiva e os limites do poder disciplinar e os princípios que o orientam.
- Distinguir um problema de desempenho de uma infração disciplinar.
- Ordenar as etapas de um procedimento disciplinar de acordo com boas práticas e redigir uma acusação com factos concretos.
- Conduzir a audição do trabalhador de forma imparcial e escolher uma medida proporcional, ponderando agravantes e atenuantes.
- Distinguir as principais formas de cessação do contrato de trabalho e aplicar os princípios da Convenção n.º 158 da OIT.
- Gerir a saída de um colaborador de forma respeitosa e completa, da comunicação da cessação às referências.
Para quem: RH, chefias, jurídico
Normas e referências: Convenção OIT C158
Nível 2 Análise e Descrição de FunçõesRHU-206 · Intermédio · 4,3 h Recolher informação sobre funções, escrever descrições claras e manter o mapa de funções atualizado. Convenção OIT C111 (discriminação)boas práticas internacionais de análise de funções Ver detalhes
Quase todos os processos de recursos humanos dependem de saber, com rigor, o que faz cada função. Neste curso, destinado a técnicos de RH e chefias, vai acompanhar a análise das funções de uma empresa fictícia de logística, desde a recolha de informação até ao mapa de funções. Aprenda a explicar como a análise de funções suporta o recrutamento, a avaliação de funções, a formação, a gestão do desempenho e a segurança, e a distinguir função, posto de trabalho e pessoa. Escolha e aplique métodos de recolha (entrevistas ao titular e à chefia, questionários, observação, diário de atividades e incidentes críticos) e valide a informação. Redija descrições de funções claras, completas e neutras, com missão, responsabilidades com verbos de ação, autoridade, relações, requisitos não discriminatórios, condições de trabalho e riscos. Por fim, organize as funções em famílias e níveis, com uma nomenclatura comum, controlo de versões e ligação ao organigrama e ao sistema de informação de RH, num caso prático. Inclui modelos descarregáveis: guião de entrevista, questionário, modelo de descrição de funções e mapa de funções em Excel.
O que vai aprender
- Explicar como a análise de funções suporta o recrutamento, a avaliação de funções, a formação, o desempenho e a segurança.
- Distinguir função, posto de trabalho e pessoa, e descrição de funções de perfil de requisitos.
- Escolher e aplicar métodos de recolha de informação sobre uma função e validar os resultados.
- Redigir uma descrição de funções clara, completa e neutra, com verbos de ação e requisitos não discriminatórios.
- Organizar as funções em famílias e níveis, com uma nomenclatura comum e códigos estáveis.
- Manter o mapa de funções atualizado, com controlo de versões, revisões e ligação ao organigrama e ao sistema de informação de RH.
Para quem: Técnicos de RH, chefias
Normas e referências: Convenção OIT C111 (discriminação) · boas práticas internacionais de análise de funções
Nível 2 Qualificação de Funções e Estruturas SalariaisRHU-207 · Intermédio · 5 h Métodos de avaliação de funções, graus e bandas salariais, e equidade interna. Convenção OIT C100 (igualdade de remuneração) Ver detalhes
Porque é que uma função ganha mais do que outra? Neste curso, destinado a profissionais de RH e de compensação, vai construir a resposta com uma empresa fictícia: avaliar as funções pelo seu conteúdo, transformar as pontuações numa estrutura de graus e bandas salariais e mantê-la equitativa. Aprenda a distinguir equidade interna de competitividade externa e a aplicar o princípio de salário igual para trabalho de igual valor da Convenção n.º 100 da OIT. Compare os métodos de avaliação (hierarquização, classificação e pontos por fatores) e aplique um método de pontos com fatores, graus e ponderações, calibração, documentação e recurso. Construa graus e bandas com ponto médio, amplitude, sobreposição, linha de política salarial e compa-ratio, ligando a estrutura aos dados de mercado. Por fim, trate os salários fora da banda, analise as diferenças salariais entre homens e mulheres e aplique princípios de transparência salarial num caso integrado. Inclui três exercícios em Excel com dados fictícios. Confirme sempre os salários mínimos, as convenções coletivas e as regras de transparência da lei aplicável.
O que vai aprender
- Explicar o objetivo da avaliação de funções e o princípio de salário igual para trabalho de igual valor (Convenção n.º 100 da OIT).
- Comparar os métodos não analíticos e analíticos de avaliação de funções e escolher o mais adequado.
- Avaliar um conjunto de funções com um método de pontos por fatores, de forma consistente e documentada.
- Construir uma estrutura de graus e bandas salariais a partir das pontuações e dos dados de mercado.
- Calcular e interpretar a amplitude, a progressão entre pontos médios, a sobreposição e o compa-ratio.
- Rever a estrutura salarial e analisar a equidade de remuneração entre homens e mulheres, propondo um plano de correção.
Para quem: RH, compensação
Normas e referências: Convenção OIT C100 (igualdade de remuneração)
Nível 2 Mobilidade Internacional e Gestão de ExpatriadosRHU-212 · Intermédio · 5 h Políticas de expatriação, pacotes, vistos e documentação em termos gerais, integração e regresso. Convenção OIT C97 (migração para emprego)boas práticas internacionais de mobilidade Ver detalhes
Enviar um colaborador para trabalhar noutro país é um investimento elevado e um processo com muitos riscos: vistos e autorizações, impostos e segurança social, pacotes difíceis de explicar, famílias que não se adaptam e expatriados que saem da empresa pouco depois do regresso. Neste curso de nível 2, acompanha a Fernanda, técnica de mobilidade internacional da Atlântico Engenharia, uma empresa fictícia, na preparação da expatriação do Kiala, desde a política até ao regresso. Vai distinguir os tipos de mobilidade internacional (longa e curta duração, missões de serviço, regimes rotacionais, contratação local) e os elementos de uma política de expatriação; comparar as abordagens de balanço, host-based e híbridas e calcular um pacote simples numa calculadora em Excel, com valores ilustrativos em USD, incluindo subsídios de custo de vida, alojamento, escolaridade e local difícil, viagens e a noção de equalização fiscal; planear em termos gerais vistos, autorizações, seguros de saúde e segurança social, com uma check-list de mobilização; preparar o expatriado e a família, com formação intercultural, apoio à chegada e segurança em viagem alinhada com a ISO 31030; e planear o regresso, a transferência de conhecimento para quadros locais e os indicadores de sucesso da missão. As regras de imigração, impostos e segurança social variam de país para país: o curso ensina o método e as boas práticas internacionais e lembra, em cada passo, quando envolver especialistas.
O que vai aprender
- Distinguir os tipos de mobilidade internacional e os elementos de uma política de expatriação.
- Comparar as abordagens de remuneração de expatriados e calcular um pacote simples com valores ilustrativos.
- Planear em termos gerais a documentação, os seguros e as questões de segurança social de uma deslocação internacional, com uma check-list de mobilização.
- Preparar o expatriado e a família e apoiar a integração e a segurança no destino.
- Planear o regresso do expatriado, transferir o conhecimento para quadros locais e avaliar o sucesso da missão.
Para quem: RH de empresas internacionais
Normas e referências: Convenção OIT C97 (migração para emprego) · boas práticas internacionais de mobilidade
Nível 2 Sistemas de Informação de RH e DigitalizaçãoRHU-213 · Intermédio · 4,3 h Escolher e implementar um HRIS, self-service, dados mestre, automatização e uso responsável de IA em RH. RGPD (referência internacional)Princípios de IA da OCDEISO/IEC 42001 Ver detalhes
Dados de pessoal espalhados por folhas de cálculo, pedidos de férias em papel que se perdem, relatórios que demoram dias: a digitalização dos recursos humanos resolve muitos destes problemas, mas só se o sistema for bem escolhido, bem implementado e bem usado. Neste curso de nível 2, acompanha a Sofia, diretora de RH da Horizonte Serviços, uma empresa fictícia com mais de mil colaboradores no terreno, na digitalização dos recursos humanos. Vai descrever os módulos de um sistema de informação de RH (HRIS), os dados mestre e as opções entre ERP, suites e soluções especializadas, na nuvem ou instaladas localmente; planear a seleção e a implementação, com levantamento e priorização de requisitos, caderno de encargos, demonstrações com guião, matriz de avaliação ponderada, custo total de propriedade, migração de dados, testes e adoção, apoiado numa checklist descarregável; usar o self-service do colaborador e da chefia em simulações passo a passo, cuidar da qualidade dos dados mestre, automatizar tarefas repetitivas e definir perfis de acesso e segregação de funções, com proteção de dados alinhada com os princípios do RGPD; e avaliar casos de uso de inteligência artificial em RH, com os riscos de enviesamento, a transparência, a supervisão humana, a noção de risco elevado no Regulamento Europeu da IA e os Princípios de IA da OCDE, usando uma ficha de avaliação. Os ecrãs são simulados e genéricos: os princípios aplicam-se a qualquer sistema e a qualquer país, respeitando a legislação aplicável.
O que vai aprender
- Descrever os módulos de um sistema de informação de RH, as opções de solução e os benefícios e limites da digitalização.
- Planear a seleção e a implementação de um HRIS, incluindo requisitos, critérios de seleção, migração de dados, testes e adoção.
- Utilizar funcionalidades de self-service e automatizar processos de RH, garantindo a qualidade dos dados, perfis de acesso adequados e a proteção dos dados pessoais.
- Avaliar casos de uso de IA em RH e os respetivos riscos, aplicando princípios de transparência, supervisão humana e não discriminação.
Para quem: RH, sistemas
Normas e referências: RGPD (referência internacional) · Princípios de IA da OCDE · ISO/IEC 42001
Nível 2 Comunicação Interna e Envolvimento dos ColaboradoresRHU-214 · Intermédio · 4,3 h Canais internos, inquéritos de clima e de envolvimento, e planos de ação com as equipas. ISO 30414 (reporte de capital humano)boas práticas internacionais de comunicação interna Ver detalhes
Uma boa decisão pode falhar porque foi mal comunicada, um rumor espalha-se mais depressa do que um comunicado, e um inquérito sem ações deixa as pessoas mais desconfiadas do que antes. Neste curso de nível 2, acompanha a Nzinga, responsável de comunicação interna da Nova Rota Logística, uma empresa fictícia de transportes e armazenagem em que a maioria das pessoas trabalha no terreno, sem e-mail. Vai conhecer os objetivos da comunicação interna (informar, envolver, alinhar e ouvir), a comunicação descendente, ascendente e horizontal, os canais presenciais, digitais e físicos, e escolher o canal certo para cada mensagem e público, incluindo motoristas e operadores sem e-mail, com o papel decisivo das chefias e o kit de cascata; elaborar um plano de comunicação interna com objetivos, públicos segmentados, mensagens-chave em linguagem clara e acessível, calendário editorial, responsáveis e medição do alcance e da compreensão, com um modelo descarregável; preparar um inquérito de clima e de envolvimento, com boas perguntas, anonimato e confidencialidade, inquéritos curtos (pulse) ou anuais e estratégias para a taxa de resposta, e interpretar resultados fictícios numa folha de cálculo; e transformar os resultados em planos de ação com as equipas, com sessões facilitadas, poucas prioridades, responsáveis e a lógica do «ouvimos, fizemos». Com cenários com decisões, atividades de arrastar e largar e um caso prático final.
O que vai aprender
- Escolher os canais de comunicação interna adequados a cada mensagem e público, incluindo trabalhadores sem e-mail, e apoiar as chefias no seu papel de comunicação.
- Elaborar um plano de comunicação interna com objetivos, públicos, mensagens-chave, canais, calendário, responsáveis e indicadores de alcance e compreensão.
- Preparar um inquérito de clima e de envolvimento que proteja o anonimato e de interpretar os resultados por equipa e ao longo do tempo.
- Transformar os resultados de um inquérito em planos de ação com as equipas e de comunicar o que mudou.
Para quem: RH, comunicação, chefias
Normas e referências: ISO 30414 (reporte de capital humano) · boas práticas internacionais de comunicação interna
Nível 3 Gestão da Formação: do Diagnóstico de Necessidades ao ROIRHU-301 · Avançado · 8,3 h Planos de formação, orçamentação, avaliação de eficácia e retorno do investimento. ISO 10015modelo de Kirkpatrick Ver detalhes
Todos os anos, as organizações investem em formação e todos os anos a direção pergunta o que ganhou com isso. Neste curso avançado acompanha a Fernanda, responsável de formação da Nova Rota Logística, uma empresa fictícia de armazenagem e transporte, enquanto liga a formação à estratégia e às competências críticas, conduz um diagnóstico de necessidades a nível da organização, da função e da pessoa, desenha um programa para chefes de turno com objetivos, métodos e avaliação alinhados, garante a transferência da aprendizagem para o trabalho, avalia o programa nos quatro níveis do modelo de Kirkpatrick e calcula o retorno do investimento com a lógica da metodologia de Phillips. Alinhado com as orientações da ISO 10015 e com a Convenção n.º 142 da OIT, sem substituir a leitura desses documentos. Com imagens interativas, atividades de arrastar e largar, cenários ramificados, um caso prático, um exercício em Excel, verificações em cada módulo e modelos para descarregar. Pensado para responsáveis de formação e de recursos humanos.
O que vai aprender
- Definir a estratégia de formação a partir dos objetivos da organização.
- Conduzir um diagnóstico de necessidades a nível da organização, da função e da pessoa.
- Desenhar um programa de aprendizagem com objetivos, métodos e avaliação alinhados.
- Planear medidas que garantam a aplicação da aprendizagem no posto de trabalho.
- Avaliar um programa de formação nos quatro níveis do modelo de Kirkpatrick.
- Calcular o retorno do investimento (ROI) de um programa de formação.
Para quem: Responsáveis de formação e RH
Normas e referências: ISO 10015 · modelo de Kirkpatrick
Nível 3 Política Salarial, Compensação e BenefíciosRHU-302 · Avançado · 8,3 h Qualificação de funções, bandas salariais, benefícios e estudos de mercado. Convenções fundamentais da OITISO 30414 (reporte de capital humano) Ver detalhes
As decisões sobre salários afetam a capacidade de atrair e reter pessoas, o sentimento de justiça e uma das maiores linhas de custo de qualquer organização. Neste curso avançado acompanha a Sofia, responsável de compensação e benefícios da Meridiano Distribuição, uma empresa fictícia de distribuição, enquanto define uma estratégia de recompensa total e o posicionamento face ao mercado, analisa estudos de mercado salarial, cria regras de salário de entrada, progressão, promoções e revisão anual com uma matriz de mérito, redesenha comissões e prémios com limiares e máximos, avalia a carteira de benefícios pelo custo e pelo valor percebido e organiza a governação da política salarial, com análise de equidade entre homens e mulheres. Alinhado com as Convenções n.º 100 e n.º 95 da OIT e com boas práticas internacionais, sempre com a indicação de confirmar a lei aplicável no país. Com atividades de arrastar e largar, exercícios em Excel, um caso prático, cenários de decisão, verificações em cada módulo e modelos para descarregar. Pensado para responsáveis de recursos humanos e de compensação.
O que vai aprender
- Definir uma estratégia de recompensa total alinhada com o negócio.
- Utilizar estudos de mercado salarial para comparar a remuneração da organização.
- Definir regras de posicionamento salarial, progressão e revisão anual.
- Desenhar um plano de incentivos de curto prazo com regras claras.
- Avaliar a carteira de benefícios em termos de custo e valor para os colaboradores.
- Assegurar a governação, a equidade e a transparência da política salarial.
Para quem: Responsáveis de RH e compensação
Normas e referências: Convenções fundamentais da OIT · ISO 30414 (reporte de capital humano)
Nível 3 HR Analytics e Indicadores de Recursos HumanosRHU-303 · Avançado · 8,3 h KPIs de RH, absentismo, rotatividade, custo por contratação e dashboards. ISO 30414 Ver detalhes
Todas as organizações têm dados sobre as pessoas; poucas os transformam em decisões. Neste curso avançado acompanha a Inês, analista de recursos humanos da Atlântico Engenharia, uma empresa fictícia de engenharia e manutenção industrial, enquanto passa do simples reporte à análise descritiva, preditiva e prescritiva, define um dicionário de indicadores de RH com fórmulas claras, limpa e protege os dados com os princípios de proteção de dados (RGPD como referência), constrói um painel de uma página para a direção, analisa a rotação dos técnicos de campo e o seu custo e apresenta um caso de negócio sobre custos de pessoal, distinguindo correlação de causalidade. Com referência à ISO 30414 como noção, sem substituir a leitura da norma. Com atividades de arrastar e largar, exercícios em Excel, um caso integrado, cenários de decisão, verificações em cada módulo e uma checklist e modelos para descarregar. Pensado para responsáveis de recursos humanos e analistas.
O que vai aprender
- Distinguir os níveis de maturidade da análise de dados de RH.
- Selecionar os indicadores de RH adequados a cada objetivo.
- Garantir a qualidade dos dados de RH e a sua utilização responsável.
- Construir um painel de indicadores de RH para a direção.
- Analisar a rotação de pessoal e identificar fatores de saída.
- Analisar custos de pessoal e apresentar recomendações baseadas em dados.
Para quem: Responsáveis de RH, analistas
Normas e referências: ISO 30414
Nível 3 Nacionalização de Quadros, Planeamento de Sucessão e Gestão de TalentoRHU-304 · Avançado · 8,3 h Substituição planeada de expatriados, sucessão e desenvolvimento de talento local. Convenções fundamentais da OITISO 30414 (reporte de capital humano) Ver detalhes
Quem vai ocupar amanhã as funções de que o negócio depende? Neste curso avançado aprende a construir um modelo integrado de gestão de talento ligado à estratégia: identificar funções críticas com critérios comuns, avaliar desempenho e potencial com a matriz de nove quadrantes, conduzir sessões de revisão de talento sem enviesamentos, construir mapas de sucessão com horizontes de prontidão e planos de emergência, e desenhar programas de desenvolvimento com rotação, projetos e mentoria. Aprende também a elaborar um plano de nacionalização de quadros, como boa prática internacional de localização e de conteúdo local, com metas realistas e transferência de conhecimento, e a confirmar a lei aplicável no seu país. Termina com indicadores, retenção e relatório à administração. Com um caso contínuo numa empresa fictícia, cenários de decisão e modelos para descarregar.
O que vai aprender
- Descrever um modelo integrado de gestão de talento ligado à estratégia e à respetiva governação.
- Elaborar um plano de nacionalização de quadros com metas e etapas realistas, confirmando os requisitos da lei aplicável.
- Identificar funções críticas e avaliar o desempenho e o potencial dos colaboradores com critérios comuns e com redução de enviesamentos.
- Construir um plano de sucessão para funções críticas, incluindo a sucessão de emergência.
- Desenhar programas de desenvolvimento para talento e sucessores e de os avaliar.
- Acompanhar os resultados da gestão de talento, gerir riscos de retenção e reportá-los à direção.
Para quem: Diretores de RH e de operações
Normas e referências: Convenções fundamentais da OIT · ISO 30414 (reporte de capital humano)
Nível 3 Lei Geral do Trabalho de Angola (Lei n.º 12/23)RHU-305 · Avançado · 8,3 h Angola Aplicação prática da Lei n.º 12/23: contratos, período experimental, horários, trabalho extraordinário, férias, faltas, remuneração, disciplina e despedimento. Com os cálculos feitos pelas fórmulas da própria Lei e casos práticos. Lei Geral do Trabalho (Lei n.º 12/23) Ver detalhes
A Lei n.º 12/23, Lei Geral do Trabalho, mudou as regras do jogo em Angola: contratos a termo, período experimental, teletrabalho, horários, trabalho extraordinário, férias, faltas, remuneração, disciplina e despedimento. Neste curso avançado percorre a Lei capítulo a capítulo, sempre com o artigo citado, e aprende a aplicá-la no dia a dia de uma empresa: elaborar contratos válidos, conduzir um procedimento disciplinar dentro dos prazos, organizar horários, calcular o salário-hora, as horas extraordinárias, as férias e as compensações por cessação com as fórmulas da própria Lei. Com casos práticos numa empresa fictícia, cenários de decisão, verificações em cada módulo e uma checklist para descarregar por módulo. Um curso informativo, pensado para diretores e técnicos de recursos humanos, gestores, equipas de processamento salarial, empregadores e trabalhadores.
O que vai aprender
- Identificar o âmbito de aplicação da Lei Geral do Trabalho, os conceitos essenciais e a hierarquia das fontes do direito do trabalho.
- Celebrar contratos de trabalho válidos, escolhendo a forma, a duração, a causa do termo e o período experimental corretos.
- Aplicar as garantias de personalidade e as proteções da maternidade, dos menores e dos trabalhadores com capacidade reduzida.
- Distinguir os contratos de trabalho especiais e aplicar as regras próprias de cada um.
- Exercer os poderes do empregador e conduzir um procedimento disciplinar dentro dos prazos legais.
- Gerir a mobilidade, a transmissão da empresa e as obrigações de segurança, saúde e reparação de acidentes.
- Organizar horários e calcular o trabalho noturno e extraordinário dentro dos limites legais.
- Gerir descansos, feriados, férias, licenças e faltas e calcular os respetivos direitos.
- Calcular a remuneração e aplicar as regras de pagamento, descontos, proteção do salário e suspensão do contrato.
- Distinguir as formas de cessação do contrato, conduzir despedimentos com respeito pelos procedimentos e calcular aviso prévio, compensações e prazos de prescrição.
Para quem: Diretores e técnicos de recursos humanos, gestores e chefias, equipas de processamento salarial, empregadores e trabalhadores em Angola
Normas e referências: Lei Geral do Trabalho (Lei n.º 12/23)
Nível 3 Desenvolvimento Organizacional e Desenho da OrganizaçãoRHU-306 · Avançado · 8,3 h Diagnóstico organizacional, estruturas, níveis e amplitudes de controlo, e redesenho de processos de pessoas. Boas práticas internacionais de desenvolvimento organizacionalISO 30414 (reporte de capital humano) Ver detalhes
Quando a organização cresce ou muda de estratégia, os problemas aparecem como queixas sobre pessoas: decisões lentas, silos, chefias sobrecarregadas. Muitas vezes, a causa está no desenho da organização. Neste curso avançado aprende a atuar como consultor interno de desenvolvimento organizacional: fazer um diagnóstico com modelos de referência (7S, modelo estrela, seis caixas), comparar estruturas funcionais, divisionais, por cliente, geográficas e matriciais, analisar níveis hierárquicos, amplitudes de controlo e direitos de decisão, redesenhar processos de pessoas a partir da experiência dos utilizadores e planear a implementação de forma faseada e justa, com consulta dos representantes dos trabalhadores e comunicação cuidada. Com um caso contínuo num banco fictício, cenários de decisão, exercícios com folhas de cálculo e modelos para descarregar.
O que vai aprender
- Explicar o que é o desenvolvimento organizacional, distingui-lo do desenho da organização e descrever o papel dos RH como consultores internos.
- Aplicar um modelo de diagnóstico para identificar problemas organizacionais, distinguindo sintomas de causas.
- Comparar estruturas organizacionais e escolher a adequada a uma estratégia, com critérios explícitos.
- Analisar níveis hierárquicos, amplitudes de controlo e direitos de decisão.
- Redesenhar um processo de pessoas a partir da experiência dos utilizadores e definir os respetivos indicadores.
- Planear a implementação de uma nova estrutura de forma faseada e justa, incluindo colocação de pessoas, consulta e comunicação.
Para quem: Diretores de RH, consultores internos
Normas e referências: Boas práticas internacionais de desenvolvimento organizacional · ISO 30414 (reporte de capital humano)
Nível 3 Planeamento Estratégico da Força de TrabalhoRHU-307 · Avançado · 8,3 h Prever necessidades de pessoas, análise de lacunas, cenários e planos de recrutamento, desenvolvimento e redução. ISO 30409 (planeamento da força de trabalho)ISO 30414 (reporte de capital humano) Ver detalhes
Quantas pessoas vai a sua organização precisar daqui a três anos, com que competências e onde as vai encontrar? Neste curso avançado aprende a fazer o planeamento estratégico da força de trabalho de ponta a ponta: ligar o plano à estratégia e ao orçamento, segmentar a força de trabalho e escolher os segmentos críticos, analisar e projetar a oferta interna, prever a procura a partir dos fatores de negócio, com rácios, carga de trabalho e o efeito da automatização, calcular lacunas e construir cenários com análise de sensibilidade, escolher a combinação certa de ações (recrutar, desenvolver, mobilizar, prestadores, reduzir como último recurso) e implementar o plano com indicadores, gatilhos e revisão periódica. Alinhado com a ISO 30409 como referência. Com um caso contínuo numa empresa fictícia de logística e exercícios com folhas de cálculo.
O que vai aprender
- Explicar o processo de planeamento estratégico da força de trabalho e a sua ligação à estratégia e ao orçamento.
- Analisar a oferta atual de pessoas por segmento e projetar a oferta interna.
- Projetar as necessidades futuras de pessoas a partir dos fatores de negócio, incluindo o efeito da automatização.
- Identificar lacunas entre oferta e procura em diferentes cenários e priorizar as lacunas críticas.
- Escolher a combinação de ações para fechar as lacunas, considerando prazos, custos e riscos.
- Implementar o plano e acompanhar os resultados ao longo do tempo, com indicadores, gatilhos e revisões.
Para quem: Diretores de RH e de negócio
Normas e referências: ISO 30409 (planeamento da força de trabalho) · ISO 30414 (reporte de capital humano)
Nível 3 Cultura, Clima e Experiência do ColaboradorRHU-308 · Avançado · 8,3 h Diagnosticar a cultura, medir o clima, desenhar a jornada do colaborador e reter talento. ISO 30414 (reporte de capital humano)boas práticas internacionais Ver detalhes
Todas as organizações têm uma cultura, quer a tenham desenhado quer não: é ela que decide o que as pessoas fazem quando ninguém está a ver, se dizem o que pensam, se colaboram, se ficam ou se vão embora. Neste curso avançado aprende a compreender e diagnosticar a cultura de uma organização a partir de várias fontes, a medir e interpretar o clima e o envolvimento ao longo do tempo (incluindo o índice de envolvimento e o eNPS), a desenhar a jornada do colaborador com personas e momentos que importam, a construir um plano de retenção baseado nas causas reais das saídas e a fazer evoluir a cultura de forma consistente, com o exemplo da liderança e processos de RH alinhados. Com um caso integrado num banco fictício, imagens interativas, cenários de decisão, uma análise de inquérito em Excel e modelos para descarregar. Pensado para diretores de recursos humanos e chefias de topo.
O que vai aprender
- Explicar o que é a cultura organizacional, distingui-la do clima e descrever como influencia o desempenho e a estratégia.
- Diagnosticar a cultura de uma organização a partir de várias fontes e definir a cultura desejada.
- Medir e interpretar o clima e o envolvimento ao longo do tempo e transformar os resultados em ação.
- Mapear a jornada do colaborador e identificar os momentos que importam e os pontos de dor.
- Elaborar um plano de retenção segmentado baseado nas causas reais das saídas.
- Planear ações que façam evoluir a cultura de forma consistente e medir o progresso.
Para quem: Diretores de RH, chefias de topo
Normas e referências: ISO 30414 (reporte de capital humano) · boas práticas internacionais
Nível 3 Reestruturações e Despedimentos Coletivos: Boas PráticasRHU-309 · Avançado · 8,3 h Planear uma reestruturação, consulta, critérios justos, comunicação e apoio aos que saem, segundo normas da OIT. Convenção OIT C158 e Recomendação R166 (cessação do contrato)Convenção OIT C111 Ver detalhes
Reduzir pessoal é uma das decisões mais difíceis de uma organização. Mal preparada, deixa feridas em quem sai e em quem fica, gera conflitos e danos reputacionais; bem preparada, é justa, transparente e defensável. Neste curso avançado aprende a planear uma reestruturação segundo as normas da OIT (Convenção n.º 158 e Recomendação n.º 166) e as boas práticas internacionais: fundamentar o motivo, estudar e combinar alternativas ao despedimento, informar e consultar os representantes dos trabalhadores de boa-fé, definir critérios de seleção objetivos e não discriminatórios, conduzir as conversas individuais com respeito e apoiar quem sai e quem fica. Com um caso integrado numa empresa logística fictícia, cenários de decisão, uma matriz de seleção em Excel e modelos para descarregar. Não cita leis nacionais: os procedimentos concretos dependem da lei aplicável em cada país. Pensado para diretores de recursos humanos e equipas jurídicas.
O que vai aprender
- Explicar os motivos de uma reestruturação e os seus custos humanos, financeiros e reputacionais.
- Avaliar e combinar alternativas que evitem ou reduzam despedimentos e de as apresentar num caso de negócio.
- Planear a informação e a consulta de boa-fé dos representantes dos trabalhadores e a notificação às autoridades.
- Definir e aplicar critérios de seleção objetivos e não discriminatórios numa matriz verificável.
- Preparar a comunicação e conduzir conversas individuais com clareza e respeito.
- Planear o apoio a quem sai e a quem fica e de retirar lições do processo.
Para quem: Diretores de RH, jurídico
Normas e referências: Convenção OIT C158 e Recomendação R166 (cessação do contrato) · Convenção OIT C111
Nível 4 HR Business Partner e Gestão Estratégica de PessoasRHU-401 · Especialista · 14,8 h Alinhar RH com a estratégia do negócio, gestão da mudança e cultura organizacional. Convenções fundamentais da OITISO 30414 (reporte de capital humano) Ver detalhes
Passe de gestor de processos de RH a parceiro da gestão de topo. Neste curso de nível especialista, acompanha a Amina, HR Business Partner de uma unidade logística fictícia, e aprende a trabalhar no modelo de três pilares, a ler a estratégia, a cadeia de valor e a demonstração de resultados de uma unidade de negócio, a construir uma estratégia de pessoas a partir das prioridades do negócio, a diagnosticar necessidades com hipóteses e dados, a conduzir pedidos da gestão como consultor interno, a influenciar a comissão executiva com argumentos de negócio, a construir casos de negócio com cenários, a gerir um portefólio de iniciativas de RH e a decidir em dilemas éticos, com as normas da OIT como referência. Com cenários ramificados, trabalhos práticos, exercícios em Excel e um caso integrado em que elabora um plano de parceria completo e o seu próprio plano de desenvolvimento. Pensado para diretores e business partners de recursos humanos.
O que vai aprender
- Explicar o papel do HR Business Partner no modelo de RH da organização, incluindo os três pilares, a governação e as armadilhas do modelo.
- Interpretar a estratégia, a cadeia de valor, a demonstração de resultados e os indicadores operacionais de uma unidade de negócio.
- Construir uma estratégia de pessoas a partir das prioridades do negócio, com capacidades, prioridades, plano anual e indicadores.
- Diagnosticar as necessidades de pessoas de uma unidade de negócio, combinando entrevistas, dados de RH, estrutura, talento e clima.
- Aplicar o ciclo de consultoria interna a um pedido da gestão, escolhendo o papel adequado e contratando um resultado mensurável.
- Influenciar decisões da gestão de topo com argumentos de negócio, preparando as partes interessadas, desafiando com respeito e dizendo não com alternativas.
- Usar dados de pessoas para apoiar decisões de negócio, com indicadores de custo e produtividade, pilotos, cenários e casos de negócio.
- Priorizar e acompanhar um portefólio de iniciativas de RH, considerando impacto, esforço, capacidade da equipa e calendário do negócio.
- Decidir em dilemas éticos típicos da função, protegendo a confidencialidade, gerindo conflitos de interesse e usando os canais de denúncia.
- Elaborar um plano de parceria completo para uma unidade de negócio e um plano de desenvolvimento pessoal como HR Business Partner.
Para quem: Diretores e business partners de RH
Normas e referências: Convenções fundamentais da OIT · ISO 30414 (reporte de capital humano)
Nível 4 Relações Laborais Avançadas e Negociação ColetivaRHU-402 · Especialista · 13,3 h Sindicatos, convenções coletivas, greves e gestão de conflitos laborais. Convenções fundamentais da OITISO 30414 (reporte de capital humano) Ver detalhes
Uma negociação coletiva bem conduzida protege a empresa, os trabalhadores e a relação entre ambos durante anos; uma negociação mal preparada pode acabar num impasse, numa greve ou num acordo que ninguém consegue aplicar. Neste curso de nível especialista, pensado para diretores de recursos humanos e responsáveis de relações laborais, aprende a preparar e conduzir a negociação coletiva, a gerir conflitos coletivos e a redigir e aplicar acordos de empresa. O curso parte das normas internacionais da OIT (Convenções n.º 87, n.º 98, n.º 154 e n.º 144) e dos princípios dos seus órgãos de controlo, percorre os atores e os níveis da negociação, o custeio das propostas com folha de cálculo, as estratégias distributiva e integrativa, a condução das sessões, a redação de cláusulas, a gestão de uma greve com respeito pelos direitos, e a conciliação, a mediação e a arbitragem. Termina com uma estratégia de relações laborais de longo prazo e um caso integrado. Com uma empresa fictícia, cenários de decisão, exercícios práticos, modelos para descarregar e verificações em cada módulo. A legislação laboral varia de país para país: o curso remete sempre para a lei aplicável e não substitui o aconselhamento jurídico.
O que vai aprender
- Explicar os sistemas de relações laborais e as normas internacionais da OIT que os enquadram.
- Identificar os atores, os níveis e os instrumentos da negociação coletiva.
- Preparar a negociação coletiva com dados, objetivos, mandato e custeio das propostas.
- Escolher estratégias e táticas adequadas à negociação coletiva, incluindo a negociação baseada em interesses.
- Conduzir sessões de negociação até à celebração de um acordo.
- Redigir cláusulas claras e gerir a aplicação de um acordo de empresa.
- Gerir um conflito coletivo e preparar a organização para uma greve, com respeito pelos direitos.
- Escolher o mecanismo de resolução de conflitos coletivos adequado: conciliação, mediação ou arbitragem.
- Definir uma estratégia de relações laborais de longo prazo.
Para quem: Diretores de RH, relações laborais
Normas e referências: Convenções fundamentais da OIT · ISO 30414 (reporte de capital humano)
Segurança e Saúde no Trabalho (HSE)
Nível 1 Indução de Segurança no Trabalho (HSE Induction)SST-101 · Fundamentos · 1,8 h Regras básicas de segurança, comunicação de perigos e comportamentos seguros. ISO 45001Convenções OIT C155 e C187ILO-OSH 2001 Ver detalhes
Antes de entrar em obra, no armazém ou no escritório, todos precisam de falar a mesma língua de segurança. Esta indução HSE, baseada nas normas internacionais (ISO 45001 e convenções da OIT), prepara colaboradores, supervisores e empreiteiros para reconhecer perigos, avaliar riscos, aplicar a hierarquia de controlo, cumprir as regras de ouro e usar a autoridade para parar o trabalho sempre que algo não estiver seguro. Com exemplos do dia a dia em escritórios, fábricas, armazéns e estaleiros, cenários de decisão e exercícios interativos, aprenda também a reportar quase-acidentes e a agir corretamente numa emergência. Hora e meia que pode salvar uma vida, incluindo a sua.
O que vai aprender
- Explicar porque a segurança é uma responsabilidade partilhada entre a empresa e cada colaborador.
- Distinguir perigo de risco e identificar os perigos físicos, químicos, biológicos, ergonómicos e psicossociais mais comuns.
- Aplicar a hierarquia de controlo para propor medidas de redução do risco.
- Aplicar as regras de ouro e usar a autoridade para parar o trabalho (Stop Work Authority).
- Reportar incidentes e quase-acidentes pelos canais corretos.
- Agir corretamente perante um alarme, uma evacuação e a reunião no ponto de encontro.
Para quem: Todos os colaboradores, supervisores e técnicos HSE (incl. empreiteiros)
Normas e referências: ISO 45001 · Convenções OIT C155 e C187 · ILO-OSH 2001
Nível 1 Prevenção e Combate a Incêndios: Conceitos BásicosSST-102 · Fundamentos · 1,8 h Triângulo do fogo, classes de incêndio, extintores e evacuação. ISO 3941ISO 7010 Ver detalhes
Um incêndio pode começar com uma simples faísca num quadro elétrico, num gerador ou numa extensão sobrecarregada. Neste curso prático, vai perceber como nasce o fogo, identificar e eliminar fontes de ignição no seu posto de trabalho, escolher o extintor certo e usá-lo com o método PASS, e saber exatamente o que fazer numa evacuação. Com cenários realistas de escritórios, armazéns, oficinas e estaleiros, e com base em referências internacionais como a ISO 3941 (classes de incêndio) e a ISO 7010 (sinais de segurança), vai sair preparado para proteger a sua vida, a dos seus colegas e o seu local de trabalho.
O que vai aprender
- Explicar o triângulo do fogo e distinguir as classes de incêndio.
- Identificar e eliminar fontes de ignição no seu posto de trabalho.
- Escolher e usar corretamente o extintor adequado a cada situação.
- Executar uma evacuação segura até ao ponto de encontro.
Para quem: Todos os colaboradores, supervisores e técnicos HSE
Normas e referências: ISO 3941 · ISO 7010
Nível 1 Ergonomia no Escritório e Trabalho com EcrãsSST-103 · Fundamentos · 1,8 h Postura, organização do posto de trabalho e prevenção de lesões. ISO 45001Convenções OIT C155 e C187ILO-OSH 2001 Ver detalhes
Dor no pescoço ao fim do dia, olhos cansados, formigueiro nos punhos? Passamos horas em frente ao ecrã e o corpo acaba por pagar a fatura. Neste curso prático, vai perceber como as más posturas, o trabalho prolongado com ecrãs e o sedentarismo afetam a saúde, aprender a ajustar passo a passo a cadeira, a secretária, o ecrã, o teclado, o rato e o portátil, e criar hábitos simples de pausas ativas, alongamentos e hidratação, no escritório ou em teletrabalho. Com base nos princípios da Organização Internacional do Trabalho e nas normas internacionais de ergonomia (série ISO 9241), inclui exemplos do dia a dia, atividades interativas e uma lista de verificação para ajustar hoje o seu posto de trabalho.
O que vai aprender
- Reconhecer os efeitos das más posturas e do trabalho prolongado com ecrãs na saúde (lesões músculo-esqueléticas, fadiga visual e sedentarismo).
- Identificar os sinais de alerta precoces e saber a quem os comunicar.
- Configurar corretamente a cadeira, a secretária, o ecrã, o teclado, o rato e o portátil.
- Aplicar pausas ativas, a regra 20-20-20 e exercícios simples de alongamento ao longo do dia de trabalho.
- Organizar um posto de teletrabalho seguro e confortável.
Para quem: Todos os colaboradores que trabalham com computador (no escritório ou em teletrabalho), supervisores e técnicos HSE
Normas e referências: ISO 45001 · Convenções OIT C155 e C187 · ILO-OSH 2001
Nível 1 Primeiros Socorros: Módulo TeóricoSST-104 · Fundamentos · 2,5 h Avaliação da vítima, hemorragias, queimaduras, fracturas e alerta aos serviços de emergência. ISO 45001Convenções OIT C155 e C187ILO-OSH 2001 Ver detalhes
Nos primeiros minutos de um acidente ou de uma doença súbita, o que um colega faz pode mudar tudo. Este módulo teórico prepara-o para garantir a segurança do local, avaliar a vítima, ativar os serviços de emergência e aplicar as medidas iniciais em hemorragias, feridas, queimaduras, fraturas, desmaios, convulsões, AVC e hipoglicemia. Com base nos princípios internacionais de primeiros socorros e reanimação (ILCOR, European Resuscitation Council e Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho), inclui cenários de decisão, atividades interativas e materiais de apoio para o local de trabalho. Importante: este curso é teórico e não substitui a formação prática certificada em primeiros socorros e suporte básico de vida.
O que vai aprender
- Descrever o papel do socorrista e a sequência de atuação: segurança do local, avaliação da vítima, alerta e socorro.
- Explicar como ativar os serviços de emergência e que informação transmitir.
- Descrever a avaliação primária da consciência, da via aérea e da respiração, e identificar quando colocar a vítima em posição lateral de segurança ou iniciar o suporte básico de vida.
- Descrever as medidas iniciais em hemorragias, feridas e queimaduras.
- Reconhecer fraturas, desmaios, convulsões, AVC e hipoglicemia e descrever a resposta inicial adequada.
- Explicar porque é necessária formação prática certificada e como se organizam a mala de primeiros socorros e o registo de ocorrências.
Para quem: Todos os colaboradores, socorristas designados, supervisores e técnicos HSE
Normas e referências: ISO 45001 · Convenções OIT C155 e C187 · ILO-OSH 2001
Nível 1 Equipamentos de Proteção Individual (EPI)SST-105 · Fundamentos · 2,3 h Seleção, uso correto, inspeção e manutenção de EPI. Convenção OIT C155normas ISO/EN/ANSI de EPI Ver detalhes
O capacete, as botas e as luvas só protegem se forem os certos, estiverem em bom estado e forem bem usados. Neste curso prático, vai perceber porque o EPI é a última barreira entre si e o perigo, aprender a escolher a proteção adequada para a cabeça, olhos, ouvidos, mãos, pés, vias respiratórias, corpo e trabalhos em altura, e dominar a inspeção, o ajuste, a limpeza e a substituição do equipamento. Com base na hierarquia de controlo, nas convenções da OIT e em normas internacionais (ISO, com os equivalentes regionais EN e ANSI), inclui exemplos de estaleiros, oficinas e armazéns, atividades interativas e listas de verificação para usar no terreno.
O que vai aprender
- Situar o EPI na hierarquia de controlo de riscos e explicar porque é a última barreira de proteção.
- Identificar as responsabilidades do empregador, das chefias e do trabalhador em relação ao EPI.
- Interpretar as principais normas e marcações presentes no EPI.
- Selecionar o EPI adequado a cada tipo de risco (cabeça, olhos, ouvidos, mãos, pés, vias respiratórias, corpo e quedas).
- Ajustar, inspecionar, limpar, guardar e substituir corretamente o EPI, mantendo os registos necessários.
Para quem: Todos os colaboradores de campo, supervisores e técnicos HSE
Normas e referências: Convenção OIT C155 · normas ISO/EN/ANSI de EPI
Nível 1 Sensibilização para Riscos ElétricosSST-106 · Fundamentos · 1,8 h Perigos da eletricidade e regras de segurança para não eletricistas. ISO 45001Convenções OIT C155 e C187ILO-OSH 2001 Ver detalhes
A eletricidade não se vê, não se ouve e não avisa antes de ferir. Neste curso de sensibilização, pensado para quem não é eletricista, vai perceber como a corrente elétrica provoca choque, queimaduras, arco elétrico e incêndios, e porque as linhas aéreas e os cabos enterrados são perigos invisíveis. Vai aprender a reconhecer os perigos elétricos mais comuns no escritório, no armazém, na oficina e no estaleiro, e a aplicar as regras de ouro para não eletricistas: inspecionar antes de usar, nunca reparar nem improvisar, retirar e reportar o equipamento danificado, respeitar bloqueios e etiquetas e agir corretamente perante uma vítima de choque. Alinhado com boas práticas internacionais (IEC 60364, NFPA 70E e orientações do UK HSE). O curso é teórico e não habilita para trabalhos elétricos nem substitui a formação prática certificada.
O que vai aprender
- Explicar como a eletricidade provoca lesões (choque, queimaduras, arco elétrico e incêndio) e porque muitos perigos elétricos não se veem.
- Identificar perigos elétricos comuns no escritório, no armazém, na oficina e no estaleiro, incluindo linhas aéreas e cabos enterrados.
- Aplicar as regras de ouro de segurança elétrica para não eletricistas.
- Agir com segurança perante uma vítima de choque elétrico.
Para quem: Todos os colaboradores não eletricistas
Normas e referências: ISO 45001 · Convenções OIT C155 e C187 · ILO-OSH 2001
Nível 1 Substâncias Perigosas: Rotulagem e Fichas de Dados de SegurançaSST-107 · Fundamentos · 1,8 h Pictogramas GHS, leitura de fichas de dados de segurança, armazenamento, manuseamento e resposta a pequenos derrames de produtos químicos. GHS (Sistema Mundialmente Harmonizado da ONU) Ver detalhes
Gasóleo, solventes, tintas, ácidos, cimento, produtos de limpeza e gases fazem parte do dia a dia de oficinas, estaleiros, armazéns, laboratórios e instalações de petróleo e gás. Neste curso vai aprender onde estão as substâncias perigosas, como entram no corpo e que efeitos podem ter, a curto e a longo prazo. Vai ler um rótulo segundo o Sistema Mundialmente Harmonizado (GHS) das Nações Unidas, interpretar os nove pictogramas, a palavra-sinal e as advertências, e encontrar depressa na ficha de dados de segurança (FDS) a informação essencial: perigos, primeiros socorros, manuseamento e armazenagem, EPI e eliminação. Por fim, vai treinar o manuseamento seguro, a armazenagem e a resposta a um pequeno derrame. Alinhado com o GHS e com a Convenção n.º 170 da OIT sobre produtos químicos.
O que vai aprender
- Reconhecer onde existem substâncias perigosas no trabalho, as formas em que se apresentam e as vias de entrada no corpo.
- Interpretar os elementos de um rótulo GHS: pictogramas, palavra-sinal, advertências de perigo e recomendações de prudência.
- Localizar na ficha de dados de segurança a informação sobre perigos, primeiros socorros, manuseamento e armazenagem, EPI e eliminação.
- Manusear e guardar produtos químicos com segurança e de responder a um pequeno derrame.
Para quem: Trabalhadores que manuseiam produtos químicos, combustíveis e reagentes
Normas e referências: GHS (Sistema Mundialmente Harmonizado da ONU)
Nível 1 Ruído e Vibrações no Trabalho: SensibilizaçãoSST-108 · Fundamentos · 1,8 h Efeitos do ruído e das vibrações mão-braço e corpo inteiro, sinais de alerta, proteção auditiva e boas práticas para reduzir a exposição. Convenção OIT C148 (ar, ruído e vibrações)Código de práticas da OIT «Ambient factors in the workplace» (2001) Ver detalhes
A perda de audição provocada pelo ruído não dói, instala-se aos poucos e não tem cura. As vibrações das ferramentas e das máquinas também deixam marcas: dedos brancos, formigueiro, perda de força e dores lombares. Neste curso de sensibilização vai perceber como funciona o ouvido, o que significa o decibel e como reconhecer quando o ruído é demasiado. Vai conhecer os efeitos das vibrações mão-braço e corpo inteiro, os sinais de alerta e o dever de reportar. E vai aprender a proteger-se: as medidas de controlo da hierarquia, as zonas de proteção auditiva obrigatória, a colocação correta de tampões e abafadores e a vigilância da saúde. Com exemplos de estaleiros, oficinas, minas e instalações industriais, alinhado com a Convenção n.º 148 da OIT, com o código de práticas da OIT sobre fatores ambientais no local de trabalho e com orientações do UK HSE.
O que vai aprender
- Explicar como o ruído danifica a audição de forma permanente.
- Reconhecer as fontes de ruído e de vibração mais comuns e quando o ruído pode exigir avaliação.
- Reconhecer os efeitos e os sinais de alerta das vibrações mão-braço e corpo inteiro.
- Aplicar medidas de controlo e de usar corretamente a proteção auditiva.
Para quem: Trabalhadores de estaleiro, oficina, mina e instalações industriais
Normas e referências: Convenção OIT C148 (ar, ruído e vibrações) · Código de práticas da OIT «Ambient factors in the workplace» (2001)
Nível 1 Stress Térmico: Trabalhar em Segurança no CalorSST-109 · Fundamentos · 1,8 h Como o calor afeta o corpo, aclimatação, hidratação, pausas, sinais de exaustão e golpe de calor e o que fazer perante um colega afetado. ISO 7243 (índice WBGT)Código de práticas da OIT «Ambient factors in the workplace» (2001) Ver detalhes
Trabalhar ao sol num estaleiro, numa mina a céu aberto ou numa plataforma, ou junto a fornos, motores e cozinhas industriais, põe o corpo à prova. O stress térmico reduz a concentração, aumenta os acidentes e pode levar ao golpe de calor, uma emergência médica que pode matar. Neste curso vai perceber como o corpo se defende do calor e quem corre mais risco, aplicar as medidas de prevenção (aclimatação progressiva, hidratação regular, sombra, pausas, horários e sistema de colega) e conhecer, em noção, os planos de trabalho e descanso baseados no índice WBGT. Vai também aprender a reconhecer as doenças provocadas pelo calor e a prestar a primeira resposta correta a um colega afetado. Alinhado com a ISO 7243 e com o código de práticas da OIT sobre fatores ambientais no local de trabalho. O curso não substitui o aconselhamento médico individual nem a formação prática em primeiros socorros.
O que vai aprender
- Explicar como o calor e o esforço afetam o corpo e quem corre mais risco.
- Aplicar medidas de prevenção do stress térmico: aclimatação, hidratação, sombra, pausas, horários e sistema de colega.
- Reconhecer as doenças provocadas pelo calor, distinguindo o golpe de calor como emergência médica.
- Prestar a primeira resposta correta a um colega afetado pelo calor e de reportar casos e quase-acidentes.
Para quem: Trabalhadores de terreno e respetivos supervisores
Normas e referências: ISO 7243 (índice WBGT) · Código de práticas da OIT «Ambient factors in the workplace» (2001)
Nível 1 Fadiga e Trabalho por Turnos: SensibilizaçãoSST-110 · Fundamentos · 1,8 h Causas e sinais de fadiga, higiene do sono em turnos e rotações, riscos de microssono e como reportar quando não se está apto para trabalhar. Convenção OIT C171 (trabalho noturno)UK HSE HSG256 «Managing shift work» Ver detalhes
Turnos noturnos, rotações longas em locais remotos, viagens até ao local de trabalho, calor e horas extraordinárias: a fadiga é um risco real em operações de petróleo e gás, minas, construção, logística e serviços que não param. Neste curso vai perceber como funcionam o sono e o relógio biológico, o que é a dívida de sono e o microssono, e porque a fadiga afeta a atenção, o tempo de reação e as decisões. Vai aprender hábitos de sono e de recuperação adaptados a turnos e rotações, incluindo sestas estratégicas, cafeína com conta, alimentação e hidratação, e o cuidado redobrado ao conduzir depois do turno. Por fim, vai treinar o reconhecimento dos sinais de fadiga em si e nos colegas, a autoavaliação «estou apto para trabalhar?» e a forma de reportar, num ambiente de cultura justa. Alinhado com a Convenção n.º 171 da OIT sobre trabalho noturno e com o guia HSG256 do UK HSE sobre a gestão do trabalho por turnos. O curso não substitui o aconselhamento médico individual.
O que vai aprender
- Explicar o que é a fadiga, como se relaciona com o sono e o relógio biológico e porque aumenta o risco de acidentes.
- Identificar os fatores que aumentam a fadiga no trabalho por turnos e em rotação.
- Aplicar hábitos de sono e de recuperação adequados a turnos e rotações.
- Reconhecer sinais de fadiga em si e nos colegas e de reportar quando não está apto para trabalhar.
Para quem: Trabalhadores por turnos, em rotação e condutores
Normas e referências: Convenção OIT C171 (trabalho noturno) · UK HSE HSG256 «Managing shift work»
Nível 1 Saúde em Viagem e Prevenção da Malária para Trabalhadores MóveisSST-111 · Fundamentos · 1,8 h Preparação médica antes da viagem, vacinas, prevenção de picadas, quimioprofilaxia, água e alimentos seguros e quando procurar ajuda médica. OMS «International travel and health»OMS «Guidelines for malaria» Ver detalhes
Quem trabalha em rotação, em projetos remotos ou em viagens frequentes está exposto a riscos de saúde que não encontra em casa: malária e outras doenças transmitidas por mosquitos, água e alimentos contaminados, calor intenso e estradas perigosas. Neste curso vai aprender a preparar uma viagem de trabalho do ponto de vista da saúde, a aplicar as quatro regras de prevenção da malária recomendadas pela Organização Mundial da Saúde, a reagir corretamente a uma febre durante ou depois da viagem e a prevenir as doenças transmitidas pela água e pelos alimentos. Com base nas publicações da OMS «International travel and health» e nas suas orientações sobre a malária, inclui exemplos de estaleiros, acampamentos e plataformas, um cenário de decisão e uma checklist de preparação. O curso não substitui o aconselhamento médico individual.
O que vai aprender
- Preparar uma viagem de trabalho do ponto de vista da saúde: consulta médica, vacinas, medicação, kit de saúde, seguro e plano de evacuação.
- Identificar fontes de informação de saúde fiáveis, como a OMS e o serviço de saúde da empresa.
- Aplicar as medidas de prevenção da malária (conhecer o risco, evitar picadas, quimioprofilaxia e diagnóstico rápido).
- Reconhecer uma febre durante ou depois da viagem como uma urgência e agir em conformidade.
- Prevenir doenças transmitidas pela água e pelos alimentos, tratar a desidratação inicial e saber quando procurar ajuda médica.
Para quem: Trabalhadores em rotação, expatriados e colaboradores que viajam para locais remotos
Normas e referências: OMS «International travel and health» · OMS «Guidelines for malaria»
Nível 1 Arrumação e Prevenção de Escorregamentos, Tropeções e QuedasSST-112 · Fundamentos · 1,8 h Arrumação e limpeza (housekeeping), pisos, escadas, iluminação e calçado para prevenir uma das causas mais comuns de acidentes de trabalho. UK HSE INDG225 «Preventing slips and trips at work»ISO 7010 (sinais de segurança) Ver detalhes
Um chão molhado, um cabo atravessado num corredor ou uma escada mal iluminada bastam para causar uma lesão que afasta alguém do trabalho durante semanas. Neste curso vai perceber porque escorregamos, tropeçamos e caímos, aplicar regras simples de arrumação e limpeza (housekeeping) no posto de trabalho e no estaleiro, e verificar pisos, escadas, iluminação e calçado antes que se tornem um problema. Com base nas orientações da OIT, na sinalização da ISO 7010 e no guia do UK HSE «Preventing slips and trips at work» como referência de boas práticas, inclui exemplos de armazéns, oficinas, estaleiros e escritórios, atividades interativas e uma checklist de arrumação para usar no terreno.
O que vai aprender
- Distinguir escorregamento, tropeção e queda ao mesmo nível e explicar as suas causas mais comuns.
- Reconhecer as consequências destes acidentes para a pessoa e para a equipa.
- Aplicar regras de arrumação e limpeza no posto de trabalho e no estaleiro, incluindo a gestão de cabos, mangueiras, derrames e resíduos.
- Verificar pisos, escadas, rampas, iluminação e calçado e usar os três pontos de apoio.
- Reportar condições inseguras e usar uma checklist de arrumação.
Para quem: Todos os colaboradores
Normas e referências: UK HSE INDG225 «Preventing slips and trips at work» · ISO 7010 (sinais de segurança)
Nível 1 Utilização Segura de Ferramentas Manuais e Elétricas PortáteisSST-113 · Fundamentos · 1,8 h Seleção, inspeção antes do uso, proteções, ferramentas defeituosas e EPI adequado para ferramentas manuais, elétricas e pneumáticas. IEC 62841 (segurança de ferramentas elétricas portáteis)Código de práticas da OIT «Safety and health in the use of machinery» (2013) Ver detalhes
Uma rebarbadora sem resguardo, um disco errado ou uma chave usada como martelo estão por trás de muitos cortes, projeções e lesões nas mãos e nos olhos. Neste curso vai aprender a escolher a ferramenta certa para cada tarefa, a inspecioná-la antes do uso e a retirar de serviço a que está defeituosa. Vai ver como usar com segurança ferramentas manuais, elétricas, a bateria, pneumáticas e hidráulicas, incluindo rebarbadoras, e como escolher o EPI e proteger quem está à volta. Com base no código de práticas da OIT sobre segurança na utilização de máquinas e na série IEC 62841 como referência, inclui exemplos de oficinas, estaleiros e instalações industriais, atividades interativas e uma lista de verificação de inspeção.
O que vai aprender
- Selecionar a ferramenta adequada à tarefa e reconhecer os perigos das ferramentas improvisadas.
- Inspecionar ferramentas manuais, elétricas, pneumáticas e hidráulicas antes do uso e retirar de serviço as defeituosas.
- Utilizar rebarbadoras, ferramentas a bateria, pneumáticas e hidráulicas com os resguardos e as precauções adequadas.
- Escolher o EPI adequado, incluindo a proteção dos olhos e dos ouvidos, e evitar o risco de enrolamento.
- Proteger as pessoas à volta e transportar e armazenar ferramentas corretamente.
Para quem: Trabalhadores de manutenção, oficina e estaleiro
Normas e referências: IEC 62841 (segurança de ferramentas elétricas portáteis) · Código de práticas da OIT «Safety and health in the use of machinery» (2013)
Nível 1 Segurança de Processos: Sensibilização para Operadores e TécnicosSST-115 · Fundamentos · 1,8 h Perda de contenção, barreiras de segurança, gestão da mudança e lições de acidentes graves explicadas para quem trabalha na linha da frente. Convenção OIT C174 (prevenção de acidentes industriais maiores)IOGP Report 456 (indicadores de segurança de processos) Ver detalhes
Os acidentes graves em instalações de processo raramente começam com uma explosão: começam com uma fuga, um alarme ignorado, uma válvula retirada para manutenção ou uma mudança «temporária» que ninguém registou. Neste curso vai perceber a diferença entre segurança pessoal e segurança de processos, o que é uma perda de contenção e porque bons números de acidentes pessoais não chegam. Através das lições de acidentes conhecidos, como Piper Alpha, Texas City e Buncefield, vai conhecer as barreiras que previnem e mitigam os acidentes graves, o modelo do queijo suíço e o bow-tie, e o que pode fazer no dia a dia para manter essas barreiras eficazes. Alinhado com a Convenção n.º 174 da OIT e com as orientações da IOGP sobre indicadores de segurança de processos, é um curso multissetorial para parques de combustível, centrais, fábricas e instalações de processo.
O que vai aprender
- Distinguir segurança pessoal de segurança de processos e explicar o que é uma perda de contenção e um acidente grave.
- Descrever, em termos gerais, as lições de acidentes graves conhecidos (Piper Alpha, Texas City e Buncefield).
- Explicar o papel das barreiras de prevenção e de mitigação, usando o modelo do queijo suíço e o bow-tie.
- Reconhecer barreiras degradadas, como alarmes inibidos, bypasses e inspeções em atraso.
- Aplicar no dia a dia os comportamentos que mantêm as barreiras eficazes: operar dentro dos limites, reportar mudanças, passar bem o turno, respeitar as autorizações, reportar e parar o trabalho.
Para quem: Operadores e técnicos de parques de combustível, centrais, fábricas e instalações de processo
Normas e referências: Convenção OIT C174 (prevenção de acidentes industriais maiores) · IOGP Report 456 (indicadores de segurança de processos)
Vendas & Atendimento ao Cliente
Nível 1 Excelência no Atendimento ao ClienteVEN-101 · Fundamentos · 2,5 h Comunicação, empatia e padrões de serviço que fidelizam clientes. ISO 10002ISO 10001ISO 18295 (centros de contacto) Ver detalhes
Cada contacto com um cliente é uma oportunidade para conquistar a sua confiança ou para a perder. Neste curso prático, vai aprender a colocar o cliente no centro do seu trabalho, a comunicar com cortesia, clareza e empatia, a fazer as perguntas certas para compreender o que o cliente realmente precisa e a aplicar padrões de serviço consistentes, ao balcão, ao telefone e nas aplicações de mensagens. Com base em boas práticas internacionais, incluindo as normas ISO 10001, ISO 10002 e ISO 10004 sobre satisfação do cliente e tratamento de reclamações, e com cenários realistas numa agência bancária, num supermercado, na receção de uma clínica, numa loja de telecomunicações e num centro de contacto, sai do curso com ferramentas que pode aplicar já no próximo atendimento, em qualquer país.
O que vai aprender
- Explicar o impacto da experiência do cliente na fidelização, no boca-a-boca e nos resultados do negócio.
- Comunicar com o cliente com cortesia, clareza e empatia, usando escuta ativa, linguagem positiva e comunicação não-verbal adequada.
- Utilizar perguntas abertas e fechadas e a reformulação para identificar as necessidades e expectativas do cliente.
- Aplicar padrões de serviço consistentes em tempo de resposta, promessas e seguimento, no atendimento presencial e digital.
Para quem: Comerciais, operadores de atendimento, rececionistas, lojistas.
Normas e referências: ISO 10002 · ISO 10001 · ISO 18295 (centros de contacto)
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